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O mercado voltou a discutir a possibilidade de um “rali eleitoral” na bolsa brasileira. Na avaliação de Matheus Spiess, estrategista e analista macroeconômico da Empiricus, o movimento ganhou força à medida que candidatos da oposição passaram a registrar melhor desempenho nas pesquisas recentes.
A leitura dos investidores é especialmente sensível ao cenário político porque a situação fiscal segue no centro das preocupações. Nesse contexto, a perspectiva de uma eventual mudança de rumo na condução econômica já começa a influenciar os preços dos ativos domésticos.
Os reflexos aparecem com mais clareza no Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, que tem incorporado nas últimas semanas uma percepção mais favorável em relação ao cenário eleitoral.
“É inevitável um ajuste fiscal. Mas o mercado não compra mais o ajuste vindo do atual governo e é por isso que, quando tem uma maior chance de inflexão do pêndulo político, o mercado vai bem. É um pouco do que temos visto nas últimas semanas”, afirmou o analista.
Depois de alguns meses perto do “0 a 0”, o Ibovespa disparou cerca de 13% desde o dia 18 de agosto até o fechamento da última quinta-feira (10). Para Spiess, o movimento pode continuar, caso os sinais continuem a indicar uma troca na principal cadeira do Poder Executivo.
“Se tiver uma visibilidade minimamente maior que um ajuste fiscal será feito, por conta da inflexão do pêndulo político, a bolsa ainda vai andar bastante”, aponta.
Pesquisas recentes mostram crescimento da oposição, mas cenário é imprevisível
Mas apesar do otimismo de parte do mercado, o cenário segue completamente em aberto. A pesquisa BTG Pactual/Nexus, divulgada na última terça-feira (8), mostrou Lula (PT) com 39% das intenções de votos no primeiro turno, contra 35% de Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
No entanto, a previsão para o segundo turno muda de lado: segundo a pesquisa, Bolsonaro superaria o atual presidente com 46% dos votos, versus 45% do petista.
Augusto Cury, que apareceu no levantamento com apenas 9% da preferência dos eleitores no primeiro turno, também superaria Lula no segundo, com 45%, contra 43% do incumbente.
Essa não foi a única pesquisa recente a indicar vitória de Bolsonaro ou Cury em um eventual segundo turno.
Segundo Matheus Spiess, a crise institucional no STF pode depreciar ainda mais a popularidade de Lula, por “aumentar o sentimento antissistema”. Ainda assim, para o analista, as Eleições 2026 podem ser ainda mais apertadas do que as de 2022, em que Lula ganhou com uma diferença considerada pequena, de 2,1 milhões de votos.
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Prepare seu portfólio para o próximo ciclo político-econômico
Em meio ao cenário incerto, o Market Makers, maior hub de conteúdos financeiros do Brasil, lançou o Gabinete do Investidor.
Trata-se de uma coalizão com fóruns, debates, carteira recomendada e acompanhamento diário por 12 semanas, ao longo de todo o ciclo eleitoral.
A proposta é não apenas preparar os investimentos para o dia da votação, mas também aproveitar oportunidades de curto prazo, mostrar como planejar o portfólio e calibrar as expectativas para os próximos 4 anos.
A primeira iniciativa do Gabinete do Investidor é a criação de um grupo no WhatsApp com boletins diários, que já está disponível. E você pode se inscrever de graça para fazer parte da comunidade neste link.
Mas essa não será a única forma de informar os investidores ao longo do ciclo eleitoral. Quem conhece o Market Makers sabe bem dos convidados de peso que já passaram pelo podcast: ex-ministros, ex-presidentes, candidatos à presidência, executivos C-Level das grandes empresas do país e outros nomes importantes.
Agora, não seria diferente. Por isso, o hub de conteúdos promoverá debates em torno das Eleições 2026 para te mostrar como se preparar para cada um dos cenários.
Os investidores também terão acesso a uma carteira recomendada para cada potencial vencedor do pleito, além de informações sobre oportunidades de curtíssimo prazo para aproveitar antes mesmo da definição nas urnas.
De forma resumida, com a iniciativa do Market Makers, você terá acesso durante 12 semanas a:
- Fóruns de debates sobre o cenário político-econômico (com participação de Thiago Salomão, fundador do Market Makers);
- Análises diárias sobre macroeconomia (com o economista Matheus Spiess);
- Relatórios e carteiras recomendadas para cada potencial vencedor do pleito;
- Curso de política e economia;
- Formação teórica sobre oportunidades de curtíssimo prazo.
Como fazer parte do Gabinete Eleitoral?
Para os investidores interessados em participar do Gabinete Eleitoral, as inscrições estão abertas.
O grupo de WhatsApp com boletins diários sobre eleições e investimentos já está funcionando, e pode ser acessado de maneira gratuita através deste link. Além disso, ao se inscrever, você passará a receber recados sobre os próximos passos do Gabinete Eleitoral.
Os outros conteúdos serão liberados a partir da próxima terça-feira (15). A abertura oficial, inclusive, será realizada durante um episódio do Market Makers.
Caso tenha interesse em participar e montar uma carteira robusta para os próximos 4 anos, independente do vencedor, e ficar por dentro de tudo sobre o cenário eleitoral, basta clicar neste link ou no botão abaixo: