Um gráfico para levar a sério o Ibovespa em 300 mil pontos

Um gráfico para levar a sério o Ibovespa em 300 mil pontos Você tem um herói?  Eu tenho.

Você tem um herói? 

Eu tenho. Ele se chama Howard Marks e é este homem da foto:

 

 

Olha esse olhar perdido que não sabemos se é mera sensualidade ou preocupação de ter esquecido o ferro ligado em casa. Apaixonante. Mas calma. Howard é muito mais do que esse rostinho bonito. 

Esse cara é o sujeito que mais entendeu como ganhar dinheiro na Bolsa. 

“Ah, imagina, é o Warren Buffett, o maior investidor do mundo”, você talvez diga. Então eu vou citar o Warren Buffett: "Quando há algo novo escrito por Howard Marks, eu paro tudo que estou fazendo, abro e leio. Sempre aprendo com ele.” 

E o que é que esse sujeito escreve? 

Sobre ciclos econômicos. Sobre isto: 

Isto é o ciclo do mercado. No longo prazo, a Bolsa é o melhor investimento. Mas, no curto prazo, está sujeita a oscilar entre o muito barato, quando há depressão, e entre o muito caro, quando há euforia. 

O segredo, como em qualquer negócio no qual você for se meter na vida, é comprar barato e vender caro. Você tem que saber quando é a hora de entrar comprando. Mas como? 

Escute Warren Buffett. 

“Eu adoro hambúrguer e vou comer hambúrguer pelo resto da minha vida. Então, quando o preço do hambúrguer cai, lá em casa nós nos reunimos e cantamos ‘Hallelujah’ juntos. Com ações é a mesma coisa.” 

Ou nas palavras de Nathan Rothschild: “compre ao som dos canhões, venda ao som das trompetes”. 

Brasil, 2020. É hora de comprar ou de vender? Vamos entender em que parte do ciclo estamos. Para isso, vamos voltar quase 20 anos no tempo. 

Em 2002, havia depressão. A economia ia muito mal e Lula liderava a disputa à presidência --o PT era um partido que havia passado 20 anos falando em coisas como calote da dívida pública e estatização de empresas. 

Antes de assumir, porém, ele escreve a chamada Carta ao Povo Brasileiro, em que basicamente promete governar respeitando o livre mercado. Ao ser eleito, esquece os economistas marxistas do PT e convida Palocci para a Fazenda e Henrique Meirelles para o Banco Central. Isso traz esperança e alívio. Em um ano, o Ibovespa vai da faixa dos 10 mil pontos para mais de 20 mil.

Com o país crescendo, vamos para o otimismo e, rapidamente, para a empolgação. No começo de 2006, chegamos a 34 mil pontos. Em 2008, batemos 62 mil. Uma multiplicação de seis vezes em poucos anos. Era a euforia

Nem mesmo a crise mundial de 2008 pareceu um problema: o Ibovespa sofreu a porrada global, mas no começo de 2011 lá estávamos novamente em 70 mil pontos. 

 

Lembra-se do Brasil decolando na capa da Economist?

 

Realmente parecia que o Brasil ia se tornar um país de primeiro mundo. Os estrangeiros mandavam dinheiro gordo para comprar nossas ações. O dólar, aliás, valia saudosos R$ 1,80. Brasileiros abastados iam jantar em Nova York e era mais barato do que em São Paulo! 

Mas a euforia logo deu lugar à ansiedade. O ciclo de crédito que estimulava o consumo parecia ter se esgotado. As famílias estavam um tanto endividadas. O PIB de 2012 foi o pior desde 2004 (exceto por 2009, mas aí por influência global). 

Começou a negação. A presidente Dilma dizia que logo tudo ia melhorar. Mas não melhorava. A Bolsa ficou uns três anos oscilando entre 50 e 60 mil pontos, às vezes caindo um pouco abaixo disso. O ministro Guido Mantega abriu o torneira de dinheiro público para tentar ressuscitar a economia, em vão: o PIB e a Bolsa não reagiram, e o governo ficou endividado. Mantega acabou demitido no começo de 2015. 

No começo de 2016, com o país já na pior recessão da sua história, veio o desespero: a Bolsa caiu a 40 mil pontos. 

Um famoso gestor de investimentos deu uma entrevista dizendo que “no fundo do poço sempre tem um alçapão”. Era o fim do Brasil. 

Em pânico, as pessoas vendiam suas ações e tentavam mandar dinheiro para fora do país. O país estava quebrado. 

Com a saída do PT do poder, abre-se espaço para o governo ajustar suas contas. Henrique Meirelles é chamado novamente ao governo. Aprova-se uma ampla reforma de previdência. Em 2019, surgem os primeiros sinais de retomada. Em 2020, o país está otimista, especialmente com os números de setores-chave como o varejo e a construção civil. 

Ou seja, as ações já estiveram mais baratas? Claro que estiveram. Quem comprou dois anos atrás, por exemplo, ganhou bastante já. Mas a pergunta que interessa não é essa. O que passou passou. A pergunta que você realmente deveria fazer: ainda há espaço para as ações se valorizarem significativamente ou acabou? 

Em outras palavras, ainda estamos no começo do ciclo ou já chegamos à euforia? 

O leitor deve tirar suas próprias conclusões, mas me parece que ainda estamos longe de estarmos nos abraçando com o sucesso do Brasil, em uma empolgação generalizada. Olhe novamente a imagem acima. Podemos até dizer que chegamos ao otimismo. Mais do que isso, sinceramente, me parece muito exagero. 

Alguns sinais concretos de que ainda há muito pela frente nesse ciclo de crescimento:
 

  1. Os números. 

Os quatro últimos ciclos de crescimento da Bolsa duraram entre seis e oito anos e entregaram multiplicações médias de entre 5 e 21 vezes: 

O nosso ciclo atual se iniciou somente há três anos e as cotações do Ibovespa nem triplicaram de valor. Estenda a linha de tendência na imagem acima para o futuro e você vai ver que isso nos joga lá para cima de 300 mil pontos.

 

  1. Os estrangeiros ainda não chegaram. 

Os gringos ainda não estão comprando Bolsa no Brasil. No último trimestre de 2019, o fluxo foi inclusive negativo. É natural: os estrangeiros conhecem menos o país e costumam ser os últimos a chegar comprando, depois dos locais. 

O ponto é que os gringos têm muito dinheiro. Quando eles resolverem comprar, as ações devem dar um salto. Esses caras não são de perder festa. Eles só não costumam chegar cedo.

 

  1. Juros baixos, inflação controlada. 

Por fim, os juros baixos vieram para ficar, uma vez que a inflação parece controlada. Com a Selic a 4,5%, quem é que vai deixar todo o seu dinheiro em renda fixa? 

Dito isso, o que pode dar errado? 

Bom, essencialmente duas coisas. 

A primeira é uma crise global. A boa notícia é que a crise entre Estados Unidos e China não prosperou e o conflito entre Estados Unidos e Irã parece que não vai ocorrer. No momento, não há nenhum sinal concreto de que o mundo poderá passar por qualquer soluço significativo, embora essas coisas possam mudar rapidamente. 

A segunda é você escolher as ações erradas. 

Quais as ações que mais se beneficiam da retomada? 

Você pode comprar Petrobras, Bradesco ou Vale, por exemplo, porque são nomes óbvios. 

Mas as melhores opções não são as óbvias. 

Sabe qual foi a ação que mais se valorizou nos últimos três anos em toda a Bolsa? Magazine Luiza. Foram mais de 35.000%, desde dezembro de 2015.
 

E você sabe por que a Magazine Luiza se valorizou tão rápido desde 2015? 

Em primeiro lugar, porque ela estava quebrada pós-recessão. Foi um período muito duro pro varejo. A empresa recebeu uma injeção de dinheiro de um banco e conseguiu se reestruturar. 

A Magalu tornou poucos brasileiros muito ricos. Mas isso só aconteceu porque ela era muito pequena e não valia nada. É muito mais fácil de se multiplicar assim do que se tivesse numa ótima situação financeira desde sempre. 

O caminho do lucro é este: estar no momento certo do ciclo econômico e investir nas empresas menores, não óbvias, as chamadas Microcaps. 

A prova disso é a carteira da Empiricus chamada Microcap Alert. Desde 2014 escolhendo as melhores ações não óbvias da Bolsa, ela já rendeu 692,4%.

 

A lista de ações é elaborada pelo Max Bohm, um dos economistas mais brilhantes que eu já conheci. Ele estuda as empresas em detalhe para entregar tudo mastigadinho para quem o segue. Ele nunca vai te recomendar Itaú. Itaú não vai crescer 20 vezes --ficaria maior que o PIB do país. 

Como eu disse outro dia, olheiro bom não é o que fala que o Messi joga bem. Isso todo mundo sabe. Eu quero é o garoto de 15 anos que vai brilhar daqui a pouco. No mundo das ações, não tem ninguém melhor que o Max fazendo isso, como mostram os números acima. 

Por meio da série Microcap Alert, que ele produz, seus assinantes têm acesso à Lista de Ações de Maior Potencial da Empiricus. 

E muitas outras coisas: publicações, plantões de dúvidas, encontros com os CEOs das empresas da lista, uma carteira para cada tamanho de bolso, podcast semanal e muito mais. 

Perguntei ao Max como os leitores do Seu Dinheiro podem ter acesso a esse material. Ele me voltou com uma sugestão extremamente generosa. 

Ele vai permitir o acesso por um link especial para você sem compromisso financeiro algum. 

A Empiricus dará 20 dias para você entrar, ver se gosta e decidir se quer continuar. Se não quiser, seu dinheiro será devolvido imediatamente. Você nem precisa apresentar um motivo para cancelar. 

Ele vai ainda um outro presente: o curso Microcap Hunter, vendido isoladamente por R$ 2 mil, para quem quiser se aprofundar mais ainda no assunto. 

Mas o mais incrível é isso: no site da Empiricus, um ano de assinatura do Microcap Alert é vendido em 12 parcelas de R$ 270. 

Exclusivamente por meio do link abaixo, a Empiricus cobrará 12 parcelas de R$ 150. 

 

Nesta condição especial, você tem de cara uma economia de R$ 1.440 sobre o preço de loja. 

Você será redirecionado para uma página segura onde revisará os termos desta oferta e poderá ingressar na série imediatamente. 

Você vai receber no mesmo instante o link com a Carteira do Microcap Alert e todos os outros bônus e presentes que a Empiricus está dando hoje. 

Essa promoção pode ser encerrada a qualquer momento, então aproveite esses 20 dias gratuitos. 

 

 

Inscreva-se em nossa newsletter