Superprevisões, antifragilidade e cisne negro

A festa que marca o início do ano para a maioria dos brasileiros está agendada apenas para março. Se você for deixar para começar 2019 […]

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Superprevisões, antifragilidade e cisne negro

A festa que marca o início do ano para a maioria dos brasileiros está agendada apenas para março.

Se você for deixar para começar 2019 só depois do Carnaval, vai sacrificar dois meses logo de cara. É como começar o ano no vermelho, já pagando caro.

A melhor solução é usar esses primeiros 60 dias para engatar aquela sua meta mais ambiciosa.

A mesma promessa que você fez na virada e ainda nem pensou em como colocar de pé. Do meu lado, a ansiedade não me permitiu nem esperar a virada do ano.

Dezembro de 2018 já foi repleto de planos para o ano que iria entrar. Um deles foi ler um livro que fala sobre a habilidade de prever o futuro.

Em “Superprevisões: a Arte e a Ciência de Antecipar o Futuro”, o autor defende que algumas pessoas possuem o dom de estimar coisas acima da média das pessoas normais. Sendo isso para perguntas claras e objetivas.

Não vale perguntar “O atual presidente do Brasil terá sucesso no cargo?”.

Mas vale perguntar “O atual presidente terminará o mandato com mais de 70 por cento de aprovação?”.

 

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A construção da tese de que existem pessoas com boas capacidades preditivas é bem-feita, mas a cada linha que passava, os conceitos de Taleb martelavam minha cabeça.

Acredito que foi a primeira vez que li um livro e de fato sofri a cada linha, como se tivesse desobedecendo minha mãe.
Digo isso porque os conceitos de Taleb, como a antifragilidade e o cisne negro, escancaram o quanto somos burros e não temos controle sobre os eventos que vão ocorrer em nossas vidas.

E mesmo como esse mar de incertezas, podemos tirar proveito, principalmente nos investimentos. Para mim, que sempre me achei incapaz de prever algo com precisão – e que os professores na escola de engenharia não deixavam esquecer o quanto era burro –, Taleb cai como uma luva.

Mas até mesmo os superprevisores poderiam se valer de Taleb, como nós nos fazemos no Crypto Alert.

“Se eu estiver certo na tese, o que ganho?”

“Mas, por outro lado, se eu estiver errado, qual é o máximo que perco?”

Com esses dois balizadores na cabeça, é fácil dimensionar o tamanho e o risco da sua aposta.

É exatamente assim que trabalhamos com as nossas sugestões de investimento em criptoativos.

O risco é enorme e por isso devemos dimensionar muito bem a quantidade que topamos perder, para não cair na falácia de tentar resolver a vida com um único tiro.

Aquele abraço,

André Franco