A Nova Ordem

Continuamos a observar conflitos e guerras que fazem ouvidos moucos às notas de sanção dos diplomatas reunidos.

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A Nova Ordem

Acabo de voltar de uma viagem rápida a Nova York, onde estive para cumprir uma agenda de compromissos profissionais.

A Big Apple estava ainda mais agitada do que o normal, pois recebia autoridades do mundo todo para a Assembleia Geral das Nações Unidas.

Milhares de policiais e agentes especiais participaram do esquema de segurança que bloqueava quarteirões inteiros.

Para complicar ainda mais, Donald Trump fez questão de hospedar-se na sua própria residência, no alto do edifício Trump Tower. Consequentemente, a Quinta Avenida estava bloqueada para carros e pedestres justamente em um de seus quarteirões mais movimentados, o das ruas 56 e 57.

Levei o dobro do tempo que levaria no trajeto do aeroporto JFK ao hotel, localizado na região da Times Square. Revoltado, o bem-articulado motorista Anon vociferava contra a gigantesca estrutura de segurança que travava a circulação de carros e pedestres.

“Como africano, nunca vi ação positiva alguma vinda desse pessoal das Nações Unidas. E agora, como nova-iorquino, sinto repulsa desses burocratas”, dizia-me o motorista camaronês.

Uma floresta verde na selva de pedra nova-iorquina

Realmente, as Nações Unidas são o maior símbolo do que os americanos chamam de “deep state”, ou seja, o espírito de corpo da burocracia pública, organizada e focada em conservar e ampliar seus benefícios, sem contrapartida para a sociedade.

Dificilmente perceberíamos a diferença se a ONU simplesmente deixasse de existir. Tampouco qualquer contribuição efetiva de valor vindo de lá na consecução do que seria a missão maior da organização, ou seja, a preservação da paz mundial.

Continuamos a observar conflitos e guerras que fazem ouvidos moucos às notas de sanção dos diplomatas reunidos.

Os questionamentos sobre a utilidade da ONU me remetem ao tema da newsletter da semana passada, que tratava da desintegração do consenso “mainstream”.

Destaquei, então, o enfraquecimento dos grandes grupos de mídia em face do modelo descentralizado de distribuição de informação encontrado nas mídias digitais.

Sentimo-nos desconectados com quem anteriormente admirávamos.

Em contrapartida, passamos a seguir novas vozes, novas perspectivas.

Ainda na mesma publicação, estendi um convite para o início da Jornada da Sua Liberdade Financeira, organizada pela Luciana Seabra.

As estatísticas que recebi demonstram o enorme interesse das pessoas em ouvir o que temos a comunicar.

No total, 7,4 milhões de pessoas assistiram aos vídeos estrelados pela Luciana e 1,8 milhão de pessoas acessaram as páginas do conteúdo da Jornada.

Tais números formidáveis nos enchem de entusiasmo para persistirmos em nossa missão de trazer informação, orientação e, acima de tudo, ideias de valor para os que nos seguem.

Muito obrigado pela confiança depositada que nos dá ainda mais ânimo para seguir combatendo o bom combate.

Deixo você agora com os destaques da semana.