Acabaram as newsletters

“Querida, acabaram as nossas assinaturas de publicações de investimentos. Precisamos urgentemente repô-las. Não podemos viver sem elas!” A frase acima é obviamente ficcional. Como diz o […]

Acabaram as newsletters

“Querida, acabaram as nossas assinaturas de publicações de investimentos. Precisamos urgentemente repô-las. Não podemos viver sem elas!”

A frase acima é obviamente ficcional. Como diz o nosso sócio Mark Ford, da Agora, ninguém acorda pela manhã preocupado com a ausência de publicações e newsletters de investimentos.

O nosso produto, ideias de investimento empacotadas em periódicos de entrega digital, está longe de ser um item de primeira necessidade.

Podemos passar dias, meses, anos sem eles. No caso brasileiro, passamos uma vida toda sem nos dar conta da falta de acesso a ideias de investimentos produzidas por uma fonte independente (fora dos grandes bancos, corretoras e afins).

Uma pesquisa promovida pela Anbima, uma associação de participantes do mercado de capitais, mostrou que 41 por cento dos investidores brasileiros se informam com seus gerentes de banco ou corretores (e 11 por cento, nos aplicativos das instituições). E mais: que 33 por cento dos investidores fazem dos amigos sua principal fonte de aconselhamento.

Ou seja, o brasileiro não está acostumado a pagar (pelo menos não diretamente) por informação que o ajudará a investir melhor.

Como dizem por aí, “de graça até injeção na testa”. Ou “de graça até ônibus errado”.

Veja você o tamanho do desafio que temos aqui na Acta, especialmente no que diz respeito à Empiricus e à Inversa, para desenvolver um modelo de negócio que está baseado na comercialização de algo que as pessoas podem receber gratuitamente. E pior, diferentemente do parágrafo ficcional com o qual abri este texto, vendemos algo que não é imprescindível para a vida das pessoas, terceirizando nosso futuro financeiro àqueles que nos oferecem seus próprios produtos de investimento.

 

Leitura recomendada

Luciana Seabra mostra como lucrou (e ajudou os leitores a lucrarem) muito com ações sem precisar comprar ações. Ela ensina os assinantes da sua séria a investirem da mesma forma que os maiores investidores profissionais do mercado financeiro. E tudo depende de uma simples atitude, que pode te mostrar esse novo mundo de rentabilidade em menos de 24 horas. Veja aqui o recado que ela gravou.
 

Em 2009, quando fundei a Empiricus com o Felipe e o Rodolfo, enfrentamos os céticos e os incrédulos. Poucos entendiam a nossa real proposta de valor, cujos alicerces estavam fincados no modelo independente de análise de investimentos, portanto, livre dos conflitos e vieses da indústria financeira tradicional.

Quatro anos depois, com a entrada da Agora na nossa sociedade, entendemos que precisávamos atingir diretamente as pessoas físicas, justamente aquelas que estavam sendo (mal)cuidadas pelos gerentes dos bancos. Com isso, acoplamos um chassi de marketing ao nosso potente motor de produção de ideias de investimento.

E chegamos ao início de 2019 com o maior sucesso editorial da nossa história. Mais de 50 mil assinantes novos adquiriram o pacote Sua Jornada da Liberdade Financeira, um curso prático de investimentos de altíssima qualidade ministrado pela excelente Luciana Seabra, associado a uma assinatura anual da Empiricus.

São 50 mil pessoas que compreenderam que os bancos e as corretoras são ótimos veículos para executar e implementar estratégias de investimento, mas péssimos conselheiros. Usando uma analogia da própria Luciana, “você vai à farmácia para comprar remédios, jamais para se consultar”.

O Brasil está mudando de fato.

Um abraço!

Caio

P.S.: De pedreiro a investidor milionário em imóveis. Assista agora!