Pódio de chegada ou beijo de namorada

O editor do site Money Times, Gustavo Kahil, publicou nesta semana um artigo antecipando o marco histórico de 1 milhão de investidores pessoas físicas na Bolsa brasileira. […]

O editor do site Money Times, Gustavo Kahil, publicou nesta semana um artigo antecipando o marco histórico de 1 milhão de investidores pessoas físicas na Bolsa brasileira.

Tal número merece muita comemoração, sem dúvida. É fato que ainda estamos distantes dos míticos 5 milhões de investidores almejados por Edemir Pinto, presidente da Bovespa à época de seu IPO. Assim mesmo, um milhão de pessoas é emblemático e materializa o renovado interesse das pessoas em investir na Bolsa.

A comparação da participação dos brasileiros em renda variável com outros países nos faz calçar as “sandálias da humildade”.

Esqueçamos os Estados Unidos, onde mais da metade dos adultos tem investimentos diretos em ações.

Com um quarto da população do Brasil, a Coreia do Sul atingiu, no início da década, o número de investidores que Edemir Pinto sonhava, cerca de 5 milhões de indivíduos.

Mesmo na América do Sul temos exemplos de países onde a participação das pessoas físicas na Bolsa é substancialmente maior que a nossa. Há mais colombianos e chilenos investindo em ações do que brasileiros, e isso em termos absolutos.

Desde que fundamos a Empiricus, em 2009, monitoramos o número de pessoas físicas na Bolsa. No início, tomávamos isso como indicador do mercado potencial de assinantes. Nossa premissa era de que somente aqueles que já tinham posição em ações teriam real interesse em receber orientações sobre o assunto.


Leitura recomendada

Luciana Seabra mostra como lucrou (e ajudou os leitores a lucrarem) muito com ações sem precisar comprar ações. Ela ensina os assinantes da sua séria a investirem da mesma forma que os maiores investidores profissionais do mercado financeiro. E tudo depende de uma simples atitude, que pode te mostrar esse novo mundo de rentabilidade em menos de 24 horas. Veja aqui o recado que ela gravou.


A partir de 2013, com a entrada da Agora na nossa sociedade, redirecionamos o negócio. Aplicando ferramentas de marketing digital, conseguimos despertar o interesse de uma audiência expressivamente mais ampla, mas em sua maioria com recursos estacionados em investimentos ruins.

Pessoas que anteriormente ignoravam os temas financeiros, relegando aos gerentes de banco as escolhas que impactariam seu patrimônio, passaram a assinar nossas publicações, tendo acesso a ideias anteriormente inacessíveis ou acessíveis apenas aos muito ricos.

Ao aplicarem, na prática, nossas sugestões, nossos assinantes abriram contas em corretoras, passando a cuidar de seu futuro financeiro ativamente.

Temos estudos e pesquisas internas que demonstram a influência da Empiricus na transformação dos hábitos de investimentos dos nossos assinantes.

A mais recente, realizada em agosto de 2018, mostra que, antes de conhecerem nossas publicações, 45% dos assinantes tinham recursos na poupança, enquanto 35% investiam em ações. Após assinarem a Empiricus, esses percentuais se inverteram, com 15% deixando dinheiro nas cadernetas e 60%.

Com seus 330 mil assinantes únicos ativos, a Empiricus contribui efetivamente para o aumento da participação das pessoas no mercado de capitais em geral e na Bolsa em particular.

Apesar disso, não espero um pódio de chegada ou beijo de namorada.

Vamos seguir impactando, incomodando, mas, principalmente, ajudando os brasileiros a se tornarem investidores melhores.

Um abraço!

Caio

P.S.: O mais experiente trader do país resolveu contar a verdadeira história e os segredos da criação do mercado de capitais no Brasil. Em documentário inédito, você conhecerá quais são os fundamentos dos vencedores da Bolsa, de ontem e de hoje. Veja aqui como acompanhar o filme “Ivan: A História Proibida do Mercado”.

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