1 2019-12-09T13:32:41-03:00 xmp.iid:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 xmp.did:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 xmp.did:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 saved xmp.iid:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 2019-12-09T13:32:41-03:00 Adobe Bridge 2020 (Macintosh) /metadata
Renda Fixa

Aperto divergente, corte desconfortável

Após o acordo entre os EUA e o Irã durante o último final de semana, os mercados continuam o movimento de apetite por risco nesta manhã de terça-feira (16). O petróleo cai 2,6% após recuar cerca de 4,5% no primeiro pregão da semana, as taxas americanas de 10 anos caem abaixo dos 4,5% e os […]

Após o acordo entre os EUA e o Irã durante o último final de semana, os mercados continuam o movimento de apetite por risco nesta manhã de terça-feira (16). O petróleo cai 2,6% após recuar cerca de 4,5% no primeiro pregão da semana, as taxas americanas de 10 anos caem abaixo dos 4,5% e os futuros dos índices de ações apontam para mais um pregão positivo para as ações globais.

No Japão, o Banco Central subiu a taxa de juros em 25 pontos-base para 1% ao ano — maior patamar desde 1995 — e manteve o plano de enxugamento do seu balanço com redução de compras de títulos até março de 2027. Houve um voto dissidente do diretor Toichiro Asada, que citou riscos de desaceleração da atividade e enfraquecimento do mercado de trabalho em defesa da manutenção das taxas.

Em entrevista à imprensa, o diretor Uchida não entregou nenhum direcionamento claro sobre os próximos passos. Afirmou apenas que a alta de hoje (16) se deveu aos efeitos inflacionários advindos do conflito no Oriente Médio e ao efeito na atividade dos subsídios à energia entregues pelo governo japonês.

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