1 2019-12-09T13:32:41-03:00 xmp.iid:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 xmp.did:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 xmp.did:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 saved xmp.iid:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 2019-12-09T13:32:41-03:00 Adobe Bridge 2020 (Macintosh) /metadata
Palavra do Estrategista

E se o governo não ajustar as contas públicas?

 A combinação de déficit primário, juros elevados e dívida ascendente mantém um prêmio fiscal relevante nos ativos. Sem mudanças estruturais nas despesas obrigatórias e sem superávits recorrentes, a deterioração tende a aparecer gradualmente por meio de juros mais altos, real mais fraco, inflação e menor valor dos ativos domésticos. Nesse ambiente, a estratégia deve privilegiar […]

Isabelle Lima de Oliveira

Por Isabelle Lima de Oliveira

13 ago 2026, 09:00

Atualizado em 13 ago 2026, 15:05

Palavra do Estrategista

Imagem criada com auxílio de inteligência artificial e edição da equipe Empiricus.

 

A combinação de déficit primário, juros elevados e dívida ascendente mantém um prêmio fiscal relevante nos ativos. Sem mudanças estruturais nas despesas obrigatórias e sem superávits recorrentes, a deterioração tende a aparecer gradualmente por meio de juros mais altos, real mais fraco, inflação e menor valor dos ativos domésticos. Nesse ambiente, a estratégia deve privilegiar diversificação internacional, liquidez, crédito selecionado e instrumentos de proteção.

Nos 12 meses até junho de 2026, o déficit primário atingiu 1,19% do PIB, os juros nominais somaram 8,80%, o déficit nominal chegou a 9,99% e a dívida bruta alcançou 81,9% do PIB.

Esse conteúdo é exclusivo para assinantes do Empiricus+