Imagem criada com auxílio de inteligência artificial e edição da equipe Empiricus.
A combinação de déficit primário, juros elevados e dívida ascendente mantém um prêmio fiscal relevante nos ativos. Sem mudanças estruturais nas despesas obrigatórias e sem superávits recorrentes, a deterioração tende a aparecer gradualmente por meio de juros mais altos, real mais fraco, inflação e menor valor dos ativos domésticos. Nesse ambiente, a estratégia deve privilegiar diversificação internacional, liquidez, crédito selecionado e instrumentos de proteção.
Nos 12 meses até junho de 2026, o déficit primário atingiu 1,19% do PIB, os juros nominais somaram 8,80%, o déficit nominal chegou a 9,99% e a dívida bruta alcançou 81,9% do PIB.
Esse conteúdo é exclusivo para assinantes do Empiricus+