Imagem criada com auxílio de inteligência artificial e edição da equipe Empiricus.
O Brasil não enfrenta um risco iminente de crise fiscal, mas a trajetória das contas públicas segue preocupante.
Apesar da elevada liquidez do Tesouro, da capacidade de rolagem da dívida e da baixa exposição cambial, o país ainda convive com déficit primário, despesas obrigatórias em crescimento e uma das maiores contas de juros do mundo, o que mantém a dívida pública em trajetória de alta.
Assim, o principal risco não é uma ruptura abrupta, mas uma deterioração gradual do ambiente econômico, marcada por juros elevados por mais tempo, menor espaço para investimentos, aumento da carga tributária e menor crescimento potencial da economia.
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