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Apenas seis em cada 100 empresas conseguiram transformar o investimento em inteligência artificial (IA) em lucro de verdade em 2025.
Isso é o que revela o relatório “A vantagem do modelo operacional: Por que os vencedores da IA estão reconfigurando suas organizações”, da consultoria McKinsey & Company.
Agora, o que esses negócios estão fazendo de diferente?
Bom, a “fórmula mágica” por trás do resultado financeiro se concentra mais em como essas empresas estão fazendo o uso da tecnologia. Isso porque investir em IA, sozinho, não garante retorno.
Fórmula mágica’? Existe um fator em comum entre as empresas que atribuem lucro relevante à IA
O “pulo do gato” nessa história acontece antes mesmo da escolha da ferramenta de IA usada como parte estratégica do negócio.
Segundo o estudo, a maioria das empresas utiliza IA para acelerar atividades existentes, mas faz isso sem repensar seu modelo operacional. O resultado é que o trabalho acelera, mas fica preso dentro de uma estrutura que continua travada.
Imagine uma empresa que usa IA para analisar pedidos de reembolso. Antes, um funcionário levava 20 minutos para conferir documentos e preencher um parecer. Com IA, essa etapa cai para 5 minutos.
O problema é que todo processo depois disso continua igual. O pedido ainda precisa passar por três níveis de aprovação, ser enviado por e-mail entre diferentes áreas e aguardar dias até chegar ao financeiro. Ou seja, a IA acelerou uma tarefa específica, mas não mudou o processo como um todo.
Por outro lado, as empresas que conseguem transformar o investimento em lucro são aquelas que reformulam seus processos em torno das oportunidades oferecidas pela tecnologia.
“A verdadeira vantagem da IA vem de redesenhar como o trabalho é feito e como as decisões são tomadas. No fim das contas, o sucesso dependerá de pessoas e modelos operacionais apoiados pela tecnologia”, pontua o relatório.
E há um ponto em comum entre essas empresas.
Aquelas que já atribuem à inteligência artificial pelo menos 5% do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) promovem um redesenho amplo e contínuo de seu modelo operacional a partir da tecnologia.
Ou seja, quem realmente está conseguindo capturar valor com a inteligência artificial está remodelando como o trabalho é feito, quais tarefas podem ser automatizadas e de que forma a tecnologia pode ser adaptada às necessidades do negócio.
Mas como transformar essa lógica em algo aplicável ao dia a dia?
Uma das possibilidades está na criação de agentes de IA personalizados, capazes de executar tarefas específicas e se adaptar aos fluxos de trabalho de cada negócio — em vez de depender apenas de ferramentas genéricas.
ENTENDA COMO CRIAR AGENTES DE IA PARA O SEU TRABALHO
‘Fábrica de Agentes Autônomos de IA’: Conheça o curso que ensina a criar agentes de IA
Recentemente, a Empiricus Research, uma das maiores casas de análise financeira do Brasil e pioneira no ensino da tecnologia, decidiu lançar a “Fábrica de Agentes Autônomos de IA”.
Trata-se de uma aula prática que pretende ensinar como criar agentes de inteligência artificial no ChatGPT e no Claude Code, capazes de automatizar tarefas operacionais e repetitivas.
Durante a aplicação prática, os participantes terão acesso a agentes já utilizados e validados na própria Empiricus. Somente no ano passado, a casa de análise faturou cerca de R$ 150 milhões após otimizar os fluxos de produção com o uso desses agentes.
EU QUERO APRENDER A CRIAR MEUS AGENTES DE IA
A proposta é que, depois de aprender a construir um agente, o aluno consiga replicar o processo e criar novas soluções de forma independente, adaptando a tecnologia às próprias necessidades.
Para isso, a Empiricus também oferecerá um pacote de prompts que pode ser utilizado e personalizado na criação dos agentes.
Ficou interessado? Pois saiba: no dia 28 de setembro, às 19h, Alex Hisatomi, diretor de Data Analytics da Empiricus, ministrará a aula prática e explicará como vai funcionar a “Fábrica de Agentes Autônomos de IA”.