Imagem: Divulgação - O Exterminador do Futuro 2: O Dia do Julgamento Final
A inteligência artificial vai matar todo mundo? O pedido de demissão de Jacob Coxon, ex-funcionário da Anthropic, e sua sequência de posts no X, antigo Twitter, acendeu um alerta vermelho sobre os riscos da IA para a continuidade da existência humana.
Assim, em poucos dias, a tecnologia que era considerada o futuro da humanidade se tornou a sua principal ameaça. Entretanto, o que deixou muitas pessoas com medo não foi apenas a denúncia feita por alguém que tinha informações internas. O fato de os próprios CEOs dessas empresas concordarem com o alerta de Coxon aumento o receio.
Dario Amodei, da Anthropic, Sam Altman, da OpenAI, e até mesmo Elon Musk vieram a público para endossar o coro de que a inteligência artificial estaria chegando em um nível de desenvolvimento imparável, e que colocaria a vida humana em risco.
Depois de anos de corrida para desenvolver modelos cada vez mais poderosos, pesquisadores e CEOs passaram a sugerir que é hora de “pisar no freio”. Mas, enquanto parte do Vale do Silício fala em desacelerar, Estados Unidos e China disputam uma espécie de “guerra fria 2.0”, justamente para saber quem vai liderar essa nova era tecnológica.
Todo esse contexto levanta uma série de perguntas:
- Quais riscos estão levando nomes importantes da indústria a pedir uma desaceleração?
- Até que ponto o medo é uma preocupação legítima, mas até onde pode também beneficiar quem já está na liderança?
- Como cibersegurança, regulação e geopolítica entram nessa discussão?
- E o que tudo isso pode significar para os seus investimentos em ativos ligados à tecnologia?
No novo episódio do Empiricus Analisa, Matheus Spiess, estrategista e analista macroeconômico da Empiricus Research, explica o que está por trás dessa “guerra da IA”.
Assista ao vídeo e entenda como todo esse cenário pode abrir espaço para uma nova frente de investimentos em inteligência artificial.