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HGLG11, XPML11, BTLG11 e mais 4 FIIs: veja as notícias da semana sobre os fundos imobiliários

Venda de terreno do BTLG11, novo contrato de locação do HGLG11 e aquisição do XPML11 entre os destaques do Giro FIIs da semana

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Data de publicação
16 de janeiro de 2024
Categoria
Investimentos
fundos imobiliários fiis
Imagem: Freepik

A seguir, apresentamos as últimas notícias referente aos fundos imobiliários (FIIs) recomendados na Empiricus. 

#BTLG11: o BTG Pactual Logística anunciou um novo acordo de compra e venda para alienação integral da sua participação no “Ativo SBC”, terreno onde ficava a antiga fábrica da Ford. Após pouco mais de três anos desde a sua aquisição, o fundo optou por vender sua participação (25% do imóvel) por R$ 212,5 milhões, o que promove um ganho de capital de 20,5% (lucro de R$ 1,27 por cota). A compradora é a Prologis, gigante do setor logístico.

#HGLG11: o fundo imobiliário assinou o contrato de locação built to suit (BTS) com o Mercado Livre para a ocupação do galpão que será construído no terreno Cone Multimodal 02 (PE), com previsão de atingir quase 72 mil metros quadrados de ABL, entregues em duas fases. Os desembolsos estão sendo realizados conforme o avanço das obras, sendo que o investimento total estimado para a conclusão do desenvolvimento é de R$ 147,3 milhões, ou seja, pouco mais de R$ 2 mil por metro quadrado.

Ademais, tivemos as seguintes atualizações: 

  • Foi firmado o contrato de locação com a Shopee para a expansão de 12 mil metros quadrados no HGLG Betim;
  • Expansão de 6 mil metros quadrados pela Luft no ativo DCC; 
  • A Renovigi finalizou a desocupação de 9 mil metros quadrados no HGLG Louveira;
  • A Vetnil está em processo de rescisão de 2,5 mil metros quadrados no HGLG Louveira;
  • No HGLG Ribeirão Preto, a Shopee desocupou 5,6 mil metros quadrados devido a necessidade de mais espaço (o galpão não comporta a demanda da companhia).

#HGPO11: a vacância física do portfólio do fundo foi reduzida para 3,42% por conta da ocupação da cobertura duplex do edifício Platinum no último mês, restando apenas 2 andares vagos no imóvel. Adiante, a gestão realizou um acordo de renovação com a Votorantim, ocupante de 5 andares do Metropolitan (sua maior locatária) – o contrato prevê mais 5 anos de prazo com reajuste de aluguel para o patamar de R$ 300 por metro quadrado (incremento de 30%), sendo acordado um desconto de locação durante o primeiro ano.

#RBRR11: a gestão revisou o rating do CRI GE Barueri de A+ para BB+, por conta da elevada alavancagem do devedor (96,5% do PL) e da rescisão antecipada do contrato de locação pelo locatário (Baker Hughes). Além deste, foi revisado o rating do CRI GPA II de A para BBB+, por conta da deterioração dos índices financeiros da companhia.

#RCRB11: a gestão divulgou o seu guidance de proventos para a primeira metade de 2024, que deve registrar média mensal de R$ 0,93 por cota, incremento de 19,2% em relação a média mensal de R$ 0,78 por cota do último semestre. No mais, foi realizada a reavaliação patrimonial dos ativos do fundo imobiliário, que registrou incremento de 17,18% em dezembro em relação ao fechamento de novembro, indo para o patamar de R$ 245,04 por cota.

#TRBL11: a gestão informou que o processo de alienação dos imóveis localizados em Duque de Caxias (RJ) ainda está em andamento, sendo que foi prorrogado por mais 30 dias por conta de alguns procedimentos burocráticos para obter os documentos necessários junto à União para a conclusão da transação do Multimodal.

Por fim, o fundo imobiliário celebrou um memorando de entendimentos não vinculante para a aquisição de dois imóveis logísticos, localizados no estado da Bahia e em São Paulo. A conclusão depende da superação de algumas condições precedentes. O valor total da transação será de R$ 133 milhões, sendo R$ 71 milhões pagos no momento de fechamento da compra e R$ 62 milhões pagos em 3 parcelas semestrais corrigidas pelo IPCA, sendo a primeira com vencimento no final do 6º após a assinatura do contrato de compra e venda.

#XPML11: o XP Malls formalizou a aquisição da fração ideal de 35% do Shopping Estação Curitiba, pelo valor de R$ 156,2 milhões à vista (R$ 16,1 mil por metro quadrado), e 5% do Plaza Sul Shopping, pelo valor de R$ 30 milhões (R$ 25 mil por metro quadrado), sendo R$ 15 milhões no ato da transação e o restante em dezembro deste ano corrigido pelo CDI do período. Ambos os empreendimentos são operados pela Allos.

Ao todo, a negociação será de R$ 186,2 milhões, enquanto é esperado incremento de R$ 17,3 milhões (R$ 0,56 por cota) no NOI do fundo nos próximos 12 meses, o que gera um cap rate de 9,3%, sem considerar o efeito do parcelamento.

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