Imagem: iStock/ @Rasi Bhadramani
O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) surpreendeu em abril ao registrar alta de 2,94%, revertendo a queda de 0,24% observada em março e sinalizando uma mudança relevante na trajetória recente dos preços. No acumulado do ano, o índice sobe 2,57%, enquanto em 12 meses avança 0,56%.
Além do IGP-10, a projeção para outros indicadores vem sendo revisada. O Boletim Focus desta segunda-feira (13), por exemplo, apontou deterioração nas expectativas de inflação, com a estimativa para o IPCA de 2026 subindo para 4,71%.
Além do preço do petróleo, os desdobramentos da guerra no Oriente Médio impactam toda a cadeia produtiva de forma abrangente. O combustível que abastece veículos, no frete que encarece o transporte de mercadorias, na logística dos supermercados e, ao fim, nos alimentos. Também alcança os fertilizantes, elevando o custo da produção agrícola e pressionando ainda mais os preços ao consumidor.
O analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, contudo ressalta que não enxerga este como um evento conjuntural, mas estrutural:
“Sempre que a oferta de energia é pressionada, o mercado reage e reage rápido, de forma desproporcional. Cai oferta, o preço dispara e o impacto se espalha, reorganizando todo o mercado. O que começa num ponto específico no mapa termina afetando a economia inteira”, comenta o analista.
Diante de um evento que muda o regime dos mercados, Spiess destaca que ativos ligados à economia real devem sair favorecidos, em especial, as commodities.
Entenda o “superciclo de commodities” esperado por analista
Neste momento, o Estreito de Ormuz passa por dias agitados de “abre e fecha”. Na instabilidade do canal, por onde circula mais de 20% do petróleo consumido globalmente, o analista enxerga uma janela de oportunidade para um possível “superciclo de commodities”.
“Em termos históricos, as commodities seguem relativamente baratas frente a outras classes de ativos, o que reforça a leitura de que podemos estar diante do início de um novo ciclo de valorização, e, portanto, de uma oportunidade relevante de posicionamento em um ambiente global mais inflacionário e instável”, conclui.
Além disso, Spiess ressalta que uma resolução do conflito não implicaria no retorno do cenário ao que os investidores viveram nas primeiras décadas deste século. Para ele, “o pano de fundo segue marcado por tensões geopolíticas, reorganização de cadeias globais e disputas entre grandes potências”.
Por isso, o analista detectou um investimento que ele chamou de “obrigatório” para o panorama global.
Nesse ativo, o investidor “não se expõe apenas ao potencial de valorização das commodities, mas também ao fluxo de caixa gerado por companhias que operam nesses segmentos, muitas das quais ainda negociam a múltiplos atrativos”, explica.
Analista detecta investimento “obrigatório” e melhor que o petróleo para se posicionar
No total, o investimento de que Spiess está falando conta com 30 companhias que estão preparadas para capturar o ciclo explicado pelo analista. São ações ligadas a setores como petróleo, mineração, celulose e agronegócio.
Ou seja, com uma única alocação, o investidor consegue acessar um pacote diversificado ligado diretamente a esse tipo de cenário. “São justamente esses setores que tendem a ganhar força em momentos como esse que estamos vivendo”, ressalta Spiess.
O investidor pode adquirir a exposição a todos esses segmentos e garantir uma carteira mais diversa através de um único ativo, um ETF que está sendo lançado pelo BTG Pactual.
Para saber mais sobre qual é este ativo, além dos motivos pelos quais ele pode ganhar mais força agora e como acessá-lo, é só clicar no botão abaixo e conferir mais detalhes sobre o “investimento obrigatório”:
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