Ano passado eu morri…

… mas esse ano eu não morro. Viúva do bitcoin, órfão do bitcoin, bitminion… Para nós, que acreditamos na disrupção das criptomoedas e também colocamos […]

… mas esse ano eu não morro.

Viúva do bitcoin, órfão do bitcoin, bitminion…

Para nós, que acreditamos na disrupção das criptomoedas e também colocamos alguns nacos nessa nova tecnologia, esses acima são alguns dos apelidos que levamos.

Do outro lado, os detratores, que adoram vir à tona quando o preço do bitcoin cai.

É basicamente como uma batalha entre torcidas.

Meu time ganhou do seu (bitcoin subiu 15 por cento), eu visto a camisa e vou para “fora de casa”, no Twitter, falar mal de você.

Seu time ganhou (bitcoin atingiu mínimas históricas), você estala os dedos e faz aquela Twitterstorm, falando que era bolha.

Neste momento, é a nossa vez de marcar aqueles que disseram que era bolha e que o bitcoin morreu.

Sendo isso verdade, que o BTC morreu ano passado e em várias outras ocasiões, acho que Belchior é que estava certo.

“Tenho sangrado demais, tenho chorado pra cachorro.
Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro.
Tenho sangrado demais, tenho chorado pra cachorro.
Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro.
Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro.
Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro.”

Acho até que isso flerta com a antifragilidade de que tanto ouvimos falar como uma das características do bitcoin.

Mas, deixando de lado a canção e os conceitos financeiros, vamos falar do que de fato pode ter acontecido para o bitcoin ter saltado dessa forma.


Leitura recomendada

Luciana Seabra mostra como lucrou (e ajudou os leitores a lucrarem) muito com ações sem precisar comprar ações. Ela ensina os assinantes da sua séria a investirem da mesma forma que os maiores investidores profissionais do mercado financeiro. E tudo depende de uma simples atitude, que pode te mostrar esse novo mundo de rentabilidade em menos de 24 horas. Veja aqui o recado que ela gravou.


Ao que tudo indica, ou segundo a “rádio-peão”, um único comprador foi capaz de movimentar o preço do bitcoin para cima.

Uma ordem de compra distribuída por mais de uma corretora de cripto ao mesmo tempo fez o preço tocar os 5 mil dólares.

Em outras palavras, um comprador misterioso comprou o equivalente a 100 milhões de dólares em bitcoin.

Desculpe-me pelo “comprador misterioso” — parece mais uma notícia da revista Caras (“Moreno misterioso sai com atriz famosa”). Mas a verdade é que ninguém sabe quem é o cara.

E, neste exato momento que escrevo esta newsletter, o preço da cripto está se sustentando acima dos 5 mil dólares, e essa volatilidade fez com que o mês das corretoras começasse muito bem.

Afinal, volatilidade é o que move esse mercado.

Já no front do longo prazo, a pergunta que fica para aqueles que estavam brigados com o mercado desde 2018 é: está na hora de comprar?

Bem, já era pra ter comprado. Já disse uma vez aqui que é nos mercados em queda, aqueles mais difíceis de se investir, que se faz mais dinheiro.

A curva convexa, com ponto mínimo, tem primeiro um período de queda para depois ascender.

Machuca-se muito ao investir nesses mercados, porque parece que só se perde. Mas, em momentos como este, de saltos, você é imediatamente beneficiado.

E o kit para surfar esse período de volatilidade é um pouco de binance coin e muito de bitcoin. Tudo isso, porém, sem ultrapassar aqueles 5 por cento do seu capital investido.

Ah, tem outras opções também dentro da série Empiricus Crypto Alert.

Aquele abraço,

André Franco

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