Investidores institucionais, cadê vocês?

Regulação e custódia são os dois pontos-chave para a tão aguardada entrada massiva do mercado institucional, que será capaz de levar o valor de mercado agregado das criptos de bilhões para trilhões de dólares.

Compartilhe:
Investidores institucionais, cadê vocês?

Antes de partir para o jogo do Brasil, dá tempo de dar aquela passada pelos principais acontecimentos da semana no mercado de cripto.

Ao vasculhar as notícias para selecionar aquelas que seriam as mais relevantes, ficou bastante claro que esta foi a semana de dois temas principais: custódia e regulação.

De um lado, cada vez mais países anunciam suas medidas regulatórias em relação ao mercado cripto. Felizmente, temos visto mais avanços positivos do que retrocessos.

É claro que algumas nações manterão suas barreiras legislativas para conter o desenvolvimento do mercado localmente. Entretanto, observando o cenário macro global, vejo que estamos caminhando em uma boa direção.

O encontro do G20 ainda em julho trará mais novidades para a mesa. A ver.

De outro lado, uma das maiores pedras no sapato dos investidores (ou potenciais investidores) de cripto começa a ser resolvida. Estou falando da custódia de ativos.

Vamos falar a verdade, tirando quem deseja ter controle total sobre suas moedas por uma questão ideológica, o que o investidor quer é não ter que se preocupar em baixar uma wallet, transferir suas criptos, guardar sua chave privada tal qual um segredo de estado e ainda anotar suas 12 ou 24 palavras de backup em um caderno, cuidadosamente escondido na estante da sala.

Principalmente quando penso nos investidores institucionais, a questão é mais latente. Guardar 50 mil dólares em BTC com você, ok. Agora, 50 milhões? Não dá.

Em um passo bastante positivo, o serviço de custódia institucional da Coinbase começou a operar e, pode esperar, mais soluções aparecerão.

Regulação e custódia são os dois pontos-chave para a tão aguardada entrada massiva do mercado institucional, que será capaz de levar o valor de mercado agregado das criptos de bilhões para trilhões de dólares.

Um passo depois do outro, estamos cada vez mais perto disso.

E, em tempo, recebemos uma tese de nossos parceiros americanos, a Stansberry Research, que se alinha perfeitamente ao que disse acima.

Trata-se do surgimento do que ficou conhecido como Bitcoin 2.0, que além de codinome, tem data para se tornar real: dia 19 deste mês.

Essa versão nova e melhorada do Bitcoin poderá trazer uma super onda de valorização ao mercado de cripto, da ordem de até 55 vezes.

Para entender a fundo do que se trata, basta acessar este documento e tirar suas próprias conclusões.