Japão permite mercado se autoreegular

Um pouco antes de terminar a faculdade, me envolvi com o mundo do empreendedorismo em saúde e passei a conhecer quem tinha dado muito certo […]

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Japão permite mercado se autoreegular

Um pouco antes de terminar a faculdade, me envolvi com o mundo do empreendedorismo em saúde e passei a conhecer quem tinha dado muito certo com sua própria empresa na área, ou ocupava o chamado “C” level, CEO, CIO, CTO…

Logo de cara você percebe o quanto cada uma dessas pessoas tem um processo de tomada de decisão muito apurado e, muitas vezes, rápido.

Essa velocidade na decisão, para todos aqueles que não são a pessoa decidindo, pode parecer um tanto quanto preguiça. Mas na verdade são anos de experiência traduzidos em uma resposta ou conceito muito simples.

E,  quando se está imerso em um ecossistema por muito tempo, a decisão nem passa por um processo formal, mas por algo que conhecemos como intuição. Aquele conjunto de percepções que te indica alguma coisa, que vai desde o sentido aranha, do Homem Aranha, até as dores nas costas, de George Soros.

Um sabia que a sua intuição o avisaria do perigo, o outro, que as dores lhe avisariam para mudar sua posição em seu portfólio.

E essa percepção extrassensorial só é possível de ser alcançada por aqueles que estão imersos por algum tempo em seu ambiente.

Por isso que os sentidos de Soros não o fariam evitar um perigo físico, assim como o sentido aranha não ajudaria Peter Parker a escolher suas ações.

Logo, quero jogar uma pergunta para você.

Quem seria capaz de fazer uma regulação mais orientada ao mercado cripto? Aqueles que estão de fato vivendo dele dia a dia ou os reguladores tradicionais que caíram de paraquedas?

Bem, pelo tom da minha pergunta, você já deve saber o que eu acho.

Foi nessa linha que o regulador tradicional japonês agiu ao delegar a uma associação privada o poder de regulação do mercado de exchanges por lá.

A Japan Virtual Currency Exchange Association (JVCEA) vai ser a responsável por criar diretrizes oficiais para o mercado local.

E essa associação composta por pelo menos 16 exchanges japonesas surgiu após uma série de ataques a corretoras que perderam milhões de dólares dos seus clientes.

Além disso, a JVCEA já disponibilizou um documento de cem páginas no qual trata de diretrizes para evitar por completo insider trading e banir por completo moedas de privacidade das negociações locais, como monero e dash.

Outra proposição da associação é também um limite de alavancagem para trading de, no máximo, quatro vezes o valor em carteira na exchange.

Todas essas medidas são alinhadas com o interesse das empresas locais, que só conseguem tomar boas decisões por estarem inseridas no mercado.

É por causa dessa maturidade do mercado do Japão e do asiático no geral, que acredito que no futuro teremos um ecossistema por lá tão forte quanto o americano ou o europeu.

Por isso fui ver de perto como as coisas funcionam por lá e voltei com uma novidade  para todos que me leem.

Trata-se de uma cripto conhecida apenas por quem está próximo daquele ecossistema, mas que tem potencial mundial.

Por isso separei um documento exclusivo  para explicar o potencial de multiplicação, mínimo de 150, que essa cripto possui.