O primeiro fundo cripto focado em finanças descentralizadas do Brasil

Quando eu era criança, havia três árvores bem grandes em frente à casa dos meus pais. Elas faziam sombra suficiente para que o terraço da minha casa não ficasse tão quente em dias ensolarados.
O primeiro fundo cripto focado em finanças descentralizadas do Brasil

SIM, PRA ONTEM

Quando eu era criança, havia três árvores bem grandes em frente à casa dos meus pais. Elas faziam sombra suficiente para que o terraço da minha casa não ficasse tão quente em dias ensolarados.

Como essas árvores eram antigas, as demais, plantadas depois delas, sofriam com a falta de luz.

Consequentemente, essas árvores cresceram em diagonal, em busca do seu lugar ao sol.

Esse crescimento inclinado não é notado no momento em que acontece, mas depois de algum tempo é facilmente percebido pela angulação da planta.

Assim vejo o comportamento do mercado cripto. 

Aos poucos, as novas plataformas, experimentos e triunfos vão remodelando o modo como as pessoas lidam com o dinheiro.

No primeiro momento, sem ninguém perceber, até que fica muito claro quando olhamos de longe.

Isso também me faz lembrar daquela velha máxima do mercado: ou você disrupta, ou é disruptado.

É com isso em mente que quero apresentar uma novidade para você, leitor.

Mas antes preciso de mais um preâmbulo. 

Na semana passada, usei este espaço para expressar o quanto acho que o mercado tradicional está interpretando mal o conceito de cripto e o potencial que esse mercado tem.

Caso você não tenha lido, fique à vontade para acessar este link e conferir.

A ideia geral é que encarar criptoativos apenas como criptomoedas, ou como bitcoin, é o mesmo tipo de miopia com que a maioria encarou a internet nos seus primórdios.

Por isso, é com muito orgulho que anuncio que a Vitreo colocou de pé mais uma inovação no mercado de capitais.

O primeiro fundo temático de cripto terá como mote a vertente que pode ser disruptiva para todo o sistema financeiro da forma como o conhecemos, as finanças descentralizadas (DeFi).

Essa vertente surgiu em 2018, mas ficou mais conhecida apenas ano passado, quando atraiu muitos usuários, trouxe bastante lucros para seus investidores e possibilitou vários experimentos.

Dentro das nossas sugestões do Empiricus Crypto Legacy e do Exponential Coins, nos aproveitamos bastante dessa vertente no ano passado e continuamos este ano.

A classe de ativos como um todo subiu 1.893% no ano passado e +763% só no primeiro trimestre deste ano.

Comparativamente, o bitcoin subiu 301% em 2020 e +57% no primeiro trimestre do ano.

E esses números têm grandes chances de ficarem cada vez maiores se o bull market continuar guiando o mercado.

Essa talvez seja uma das máximas que aprendemos em 2017. Em um bull market iniciado pelo bitcoin, ele não é o ativo que mais se valoriza.

Por isso é tão importante a diversificação em cripto, não por diminuição de risco, mas sim por aumento de assimetria, ou seja, aumento do prêmio caso esteja certo.

É com essa visão que a Vitreo lançou nesta semana o Cripto DeFi, primeiro fundo focado em finanças descentralizadas do Brasil.

Penso que esse fundo serve para todos que acreditam num futuro em que as plataformas de DeFi sejam um lugar-comum.

E para aqueles curiosos que já interagiram com protocolos descentralizados e experimentaram o gostinho de ter o controle do seu dinheiro.

Também acho que esse fundo é para os meus pais, que entendem o poder que bons investimentos, feitos muito cedo, tem no futuro.

Neste link você encontra os detalhes do fundo e a maneira de operacionalizar a sua entrada.

Só quero avisar que, como tudo no que diz respeito a investimentos, o foco é no longo prazo.

Isso porque não se muda o sistema financeiro da noite para o dia, assim como a internet não mudou o mundo em uma noite.

Forte abraço,

André Franco