Sempre existe mais do que duas opções

Quando queremos saber a resposta do nosso interlocutor sobre algum assunto polêmico, é muito comum usarmos o cenário da arma na cabeça. “Arma apontada para […]

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Sempre existe mais do que duas opções

Quando queremos saber a resposta do nosso interlocutor sobre algum assunto polêmico, é muito comum usarmos o cenário da arma na cabeça.

“Arma apontada para a cabeça. Vota no Lula ou no Bolsonaro?”

“Arma apontada para a cabeça. Compra ou vende bitcoin?”

E por aí seguem esses tipos de perguntas que fazem com que você pense apenas nas duas opções oferecidas e não veja que existem muitas outras possíveis além das antagônicas.

“Arma apontada pra cabeça. Vamos marcar nossa reunião na quarta ou na quinta-feira?”

Assim, eu teria mais sucessos em marcar reuniões. Fazendo o outro pensar apenas em duas possibilidades, ele vai escolher uma delas sem nem se perguntar se ele queria um encontro comigo.

Parece um papo tolo, mas, diariamente, nos colocamos em situações nas quais achamos ter apenas duas opções, mas, na verdade, temos bem mais do que isso.

Quando o dono do morro, Nem da Rocinha, estava cercado por policiais na sua comunidade, ele tinha duas opções: se entregar ou sair em um confronto com a polícia.

Na primeira opção, a sua facção poderia ver isso como sinal de fraqueza e mandar matá-lo na prisão. Já se entrasse em confronto, provavelmente, seria morto pelos policiais.

A melhor solução para ele foi forjar uma fuga da favela que causaria a sua prisão por parte de policiais, que estavam revistando os carros que saíam da comunidade.

Mas não foi a única saída cogitada por ele, já que Nem também estudou simular a própria morte para que pudesse sumir do mapa sem nenhum problema.

Ele viu que possuía mais opções do que apenas aquelas que pareciam as mais óbvias e descobriu isso ao se aconselhar com mais pessoas sobre o assunto.

Conversar com os outros e ver seus pontos de vistas fizeram Nem da Rocinha ver além do trivial e o ajudaram a construir um plano mais alinhado com os seus interesses…

Neste ano, com o mercado em queda, a pergunta que vão tentar te fazer é:

“Arma apontada para a cabeça. Você compra mais ou vende todas suas criptos?”

Pode ter certeza que você tem mais opções do que apenas tomar mais risco, comprando mais, ou sair totalmente, vendendo tudo.

Digo isso porque, na série Empiricus Crypto Alert, indicamos estratégias intermediárias que fazem você ganhar dinheiro também no curto prazo.

Claro que acreditamos nesse mercado com o seu potencial completo daqui cinco anos, mas queremos maximizar também os retornos, se possível, nesse longo caminho.

E foi pensando nisso, que, na semana passada, recomendamos um ativo que poderia surfar a onda especulativa de ser listado em uma corretora de renome.

Quando isso acontece, o natural é que o seu preço suba até o fato se concretizar e, então, cai novamente.

Indicamos para os nossos assinantes vender poucas horas antes desse momento, o que os fez embolsar um lucro de 36 por cento em poucos dias.

Por isso, eu volto a falar que não existem apenas duas opções para esse mercado. Não é uma questão apenas de comprar mais ou de vender tudo.

As opções intermediárias podem (e devem!) ser consideradas se você estiver focado em fazer alguns pontos no meio do caminho.

É um campeonato de pontos corridos e qualquer empate que arrancamos dos adversários na casa deles vai tornar nosso trajeto mais fácil rumo à consagração em cinco anos.