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“O Homem que Decifrou o Mercado” de Gregory Zuckerman | Resenha Empiricus

No Resenha Empiricus de hoje, Priscila Vieira recebe Richard Camargo para um bate-papo sobre o livro “O Homem que Decifrou o Mercado”, de Gregory Zuckerman, que conta a história do Fundo de Investimento Quantitativo de Jim Simons, matemático formado pelo MIT.

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Data de publicação
19 de fevereiro de 2021
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Resenha Empiricus

No Resenha Empiricus de hoje, Priscila Vieira recebe Richard Camargo para um bate-papo sobre o livro “O Homem que Decifrou o Mercado”, de Gregory Zuckerman, que conta a história do Fundo de Investimento Quantitativo de Jim Simons, matemático formado pelo MIT.

Afinal, o que é um Fundo Quantitativo?

Richard responde que é uma resposta complicada, afinal as pessoas que trabalham com isso não usam essa definição, uma vez que qualquer análise do mercado financeiro é quantitativa. A abordagem desse tipo de investimento é chamada de Fundos Sistemáticos. Eles operam com disciplina, executando sistematicamente estratégias vencedoras a longo prazo.

Priscila questiona Richard se é possível colocar um Fundo Quantitativo em Carteira e o analista responde que sim. Bruno Mérola, especialista em fundos e analista da Empiricus, recomenda que 10% da carteira total seja nessa modalidade de fundo.

O que é muito interessante sobre os Fundos Sistemáticos é que quando você é um investidor tradicional, você está suscetível a entender a realidade e muitas das vezes ela não é compreensível. E esse é o prícipio número 1 do analista sistemático: você não está aqui para entender o mercado, mas sim para ganhar dinheiro.

Por fim, Priscila comenta que Felipe Miranda, quando fala sobre os Fundos, sempre menciona os Cisnes Negros, eventos que imprevisíveis.

O quanto eles afetam um Fundo Sistemático?

Richard diz que Cisnes Negros afetam a indústria como um todo, mas os Fundos Quantitativos tem uma particularidade: de alguma maneira você tenta reduzir a realidade em um modelo, tendo uma orientação – a probabilidade.

Os grandes erros do passado foram assumir que o mercado tinha uma distribuição normal – em que um evento Cisne Negro acontecia um intervalo muito grande tempo, porém, ao decorrer do anos percebe-se que esse “gap” é bem mais curto e a realidade passou a não caber no modelo.

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