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Investimentos

Empiricus Analisa: Recuperação judicial da Casas Bahia (BHIA3) é sinal de colapso no varejo, mas esta ação é a exceção 

A Casas Bahia (BHIA3) se tornou símbolo da crise que afeta o varejo, mas para Ruy Hungria ainda há espaço para apostar em uma ação específica do setor

Isabelle Santos

Por Isabelle Santos

26 ago 2026, 09:26

Atualizado em 26 ago 2026, 09:26

Via VIIA3 Casas Bahia BHIA3

Imagem: Flávya Pereira/Money Times

Há pouco mais de uma semana, a Casas Bahia (BHIA3) entrou com um pedido de recuperação judicial. Com R$ 17 bilhões em dívidas, 298 lojas fechadas e prejuízo milionário no segundo trimestre de 2026 (2T26), o caso se tornou o maior símbolo da crise enfrentada pelo setor.

Nos últimos 12 meses, 986 empresas do varejo pediram recuperação judicial. Entre os nomes mais conhecidos estão: Marabraz, Tok&Stok, Mobly, Casa e Vídeo e Le Biscuit.

Diante de um cenário difícil de ignorar, uma das perguntas do investidor é: ainda dá para pensar em investir no varejo? Esse é o tema do Empiricus Analisa desta semana.

No novo episódio, Ruy Hungria explica o que está por trás da crise que atingiu a Casas Bahia, quais os principais fatores que levaram a varejista a pedir recuperação judicial e como esse cenário pode afetar outros setores da economia.

Ruy ainda mostra por que, mesmo diante dessa crise no varejo, é possível apostar em uma ação que é exceção no setor. Assista agora:

Comunicóloga formada pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). É redatora do Money Times, Seu Dinheiro e Empiricus.