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Investimentos

Fim da era Buffett? Novo CEO da Berkshire (BERK34) movimenta posições em Apple (AAPL34) e Alphabet (GOGL34); veja mudanças

As novas movimentações de ações da Apple e Alphabet no portfólio da Berkshire Hathaway após a chegada de Greg Abel repercutiram no mercado.

Camila Paim Figueiredo Jornalista

Por Camila Paim

19 maio 2026, 12:02

Atualizado em 19 maio 2026, 12:02

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Imagem: Descubra Sampa/Sergio Brisola

A Berkshire Hathaway (BERK34) realizou dois movimentos marcantes para o mercado desde a entrada do novo CEO Greg Abel.

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Um dos mais notáveis foi a interrupção da redução na participação larga da Berkshire na Apple (AAPL34).  Há quase dois anos, as ações estavam em uma tendência de vendas trimestrais, conduzida pelo ex-CEO Warren Buffett.

Outro movimento marcante foi o aumento da posição na Alphabet (GOGL34) em mais de três vezes, uma posição que a equipe da “Era Buffett” iniciou há poucos meses.

As mudanças foram divulgadas na sexta-feira (15), no relatório 13-F, documento exigido pela U.S. Securities and Exchange Commission (SEC), a “CVM americana”, que mostra as ações que grandes fundos e empresas de investimento possuem em carteira.

O 13-F costuma ser olhado de perto para acompanhar os movimentos de investidores famosos e entender as tendências do mercado e as estratégias de grandes fundos.

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Como movimentações da Berkshire refletem no mercado internacional

O movimento do conglomerado aparece como um voto de confiança nas grandes empresas de tecnologia por parte de Abel, que já é conhecido pelo trabalho operacional administrando o conjunto de empresas de utilities da Berkshire.

Com o relatório, os maiores posicionamentos da Berkshire ficaram ente as seguintes empresas:

  • Apple (NASDAQ: AAPL): 22% do portfólio, equivalente a US$ 57,8 bilhões;
  • American Express (NYSE: AXP): 17% do portfólio e US$ 45,9 bilhões;
  • Coca-Cola (NYSE: KO): 12% do portfólio e US$ 30,4 bilhões.

O 13-F também trouxe mais informações para além dessas companhias e pode ser uma sinalização da administração de Abel daqui para frente:

Novas compras

O movimento mais notável ocorreu na Alphabet. O número de ações da Berkshire na gigante de buscas subiu de cerca de 17,85 milhões no fim de 2025 para aproximadamente 58 milhões no fim de março, com uma posição de quase US$ 17 bilhões.

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A aposta contrasta com a histórica relutância de Buffett em investir pesadamente em tecnologia.

Além disso, a Berkshire divulgou uma nova participação de US$ 2,65 bilhões na Delta Air Lines (NYSE: DAL) e uma posição de US$ 55 milhões na Macy’s (NYSE: M), que podem ser sinais de disposição para entrar em setores que Buffett vinha evitando nos últimos anos.

Novas vendas

A Berkshire saiu de posições em Amazon (NASDAQ: AMZN), Visa (NYSE: V), Mastercard (NYSE: MA), Domino’s Pizza (NASDAQ: DPZ) e UnitedHealth Group (NYSE: UNH) durante o trimestre.

Além disso, o conglomerado reduziu sua participação na Constellation Brands (NYSE: STZ) e na Chevron (NYSE: CVX), significativamente.

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Contudo, como o novo CEO gosta de reforçar, a ideia é manter a dinâmica daquela sob a tutela do “Mago de Omaha”.

Olhando especialmente para o investimento na Berkshire, o analista de mercado internacional da Empiricus Research, Enzo Pacheco, afirma que diante da diversificação do negócio, “as ações da Berkshire Hathaway (B3: BERK34) ainda fazem sentido para o portfólio, ainda mais nos preços atuais”.

Segundo suas estimativas, descontando o valor em caixa e anualizando o resultado operacional, estamos falando de algo perto das 15 vezes lucros esperados para o ano.

Esta análise da Berkshire Hathaway é apenas uma pequena amostra do que o investidor da Empiricus tem acesso diariamente. Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, a equipe de analistas da casa está sempre atenta às melhores oportunidades de investimento nos mais diferentes setores.

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Junto com Pacheco, as análises da Berkshire e demais empresas internacionais são feitas pela equipe de analistas da Empiricus Research.

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Jornalista formada na Universidade de São Paulo (USP), com mobilidade acadêmica na Université Lumière Lyon 2 (França). Trabalhou com redação de jornalismo econômico e mercado financeiro, webdesign e redes sociais, além de escrever sobre gastronomia e literatura.