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Após o IPCA registrar deflação de 0,32% em agosto, no dia 16 de setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou mais um recuo da taxa Selic, desta vez para 13,75% ao ano.
O corte recente e a possibilidade de manutenção do ciclo de flexibilização monetária trazem certo alívio para a economia.Contudo, os juros ainda permanecem em um patamar historicamente elevado.
Para o investidor, essa combinação entre juros ainda elevados e a perspectiva de novas quedas da Selic pode representar uma janela de oportunidade na renda fixa.
Isso porque, à medida que o ciclo de cortes avança, os investidores podem investir em alguns ativos com potencial para preservar as condições atuais de rentabilidade por mais tempo.
Em alguns casos, isso significa “travar” uma rentabilidade real de até dois dígitos acima da inflação, mesmo quando os juros estiverem em patamares bem inferiores que o que vemos agora.
O que quer dizer ‘travar’ retornos acima da inflação?
Quando os juros entram em trajetória de queda, as opções disponíveis no mercado de renda fixa tendem a oferecer retornos cada vez menores. Isso acontece porque a Selic funciona como uma “bússola” para esses títulos. Na prática, se taxa paga pelo governo diminui, o prêmio dos demais ativos tende a ser menor e vice-versa.
Por isso,diante da expectativa de uma Selic menor no futuro próximo, alguns investidores procuram aproveitar o momento para assegurar taxas que ainda refletem o ambiente de juros mais elevados.
É nesse contexto que surge o conceito de “travar taxa”. Na prática, trata-se de investir em ativos que ofereçam uma taxa prefixada ou híbrida, enquanto esse prêmio ainda reflete as condições de rentabilidade disponíveis hoje e carregá-los ao longo do tempo.
Por exemplo,no início deste mês, a NTN-B com vencimento em 2032 chegou a ofereçer uma remuneração de IPCA + 8% ao ano. Quem investiu nesse título com esta taxa “travou” uma rentabilidade de 8% ao ano, acima da inflação, desde que permaneça com o título durante todo o período.
Se, nos próximos anos, a queda dos juros tornar as taxas disponíveis no mercado menos atrativas, quem investiu antes continuará recebendo as condições contratadas originalmente e ainda verá o preço do seu título se valorizar na marcação a mercado
É nesse contexto que ganham destaque alternativas capazes de combinar potencial de retorno, proteção inflacionária e, em alguns casos, eficiência tributária. Afinal, conforme a Selic avança em sua trajetória de queda, taxas que hoje parecem acessíveis podem se tornar cada vez mais raras no mercado.
Contudo, isso não significa que qualquer investimento com taxa acima da inflação seja necessariamente uma boa oportunidade.
Antes de investir, é importante avaliar fatores como a qualidade de crédito do emissor, os riscos envolvidos, o prazo da aplicação e o papel daquele ativo dentro da estratégia da carteira.
Se, por um lado, a queda da Selic não elimina as oportunidades da renda fixa, por outro ela pode reduzir gradualmente a oferta de ativos com retornos mais elevados.
Dessa forma, encontrar oportunidades de renda fixa com retornos muito acima dos oferecidos pelo Tesouro IPCA+ pode se tornar um desafio maior à medida que o ciclo de queda de juros avança.
No entanto, a equipe de analistas da Empiricus Research identificou ativos “premium” com potencial de retorno de até dois dígitos acima da inflação e que carregam isenção de IR e liquidez diária.
- CONFIRA: Empiricus libera carteira para buscar “travar” ganhos de até dois dígitos acima da inflação
Onde encontrar oportunidades para buscar retornos acima da inflação?
A busca por retornos reais elevados vai além da comparação entre taxas. Fatores como risco de crédito, liquidez, prazo e benefícios tributários também devem fazer parte da análise.
Para ajudar investidores nessa busca, a Empiricus Research liberou gratuitamente o acesso à Carteira Renda Fixa, uma seleção de ativos acompanhados pela equipe de análise para o cenário atual de mercado.
Segundo a casa, a carteira reúne oportunidades que podem oferecer retornos de até IPCA + 11% ao ano.
Além de características que costumam chamar a atenção de investidores em busca de ganhos reais, como isenção de Imposto de Renda, liquidez diária e possibilidade de aplicação com valores acessíveis.
Durante o período de teste gratuito, o investidor poderá acessar:
- Uma seleção de 5 ativos da chamada renda fixa “premium”;
- Relatórios atualizados sobre crédito e renda fixa;
- Conteúdos para acompanhar os impactos das decisões do Copom;
- Histórico de recomendações e análises da equipe.
O acesso está disponível gratuitamente por 30 dias e pode ser uma forma de acompanhar quais ativos seguem no radar dos analistas em um momento de transição para um ambiente de juros mais baixos.
Clique no botão abaixo e descubra como buscar “travar” ganhos de até dois dígitos acima da inflação: