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Investimentos

Tesouro IPCA+ 2026: Já sabe o que fazer com o dinheiro? Confira as recomendações da Empiricus

Dos mais de R$ 258 bilhões distribuídos, cerca de 5%, ou R$ 13 bilhões, serão destinados para pessoas físicas

Por Julia Martins

18 ago 2026, 11:30

Atualizado em 18 ago 2026, 11:50

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Imagem: iStock/ Vergani_Fotografia

Na última segunda-feira (17), com o vencimento o Tesouro IPCA+ 2026, cerca de R$ 258,7 bilhões foram pagos aos investidores. Esses papéis, conhecidos como NTN-Bs, oferecem uma rentabilidade híbrida que combina uma taxa fixa e a variação do IPCA.

De acordo com dados da Eytse Estratégia, o investidor que comprou o título na primeira emissão, em janeiro de 2016, e o manteve até a data do vencimento, conseguiu um retorno acumulado de 258%.

Agora que o vencimento chegou, é momento de uma decisão importante: O que fazer com o dinheiro que está disponível?

Para aqueles que receberam valores aplicados no Tesouro IPCA+ 2026, os analistas da Empiricus apostam na estratégia de reinvestir o montante para manter a engrenagem dos juros compostos em funcionamento.

Confira como reinvestir o dinheiro do Tesouro IPCA+ 2026

Na visão da Empiricus, o vencimento do Tesouro IPCA+ 2026 não precisa ser encarado como uma linha de chegada, mas sim como a possibilidade de um novo começo.

Isso porque, ao reinvestir, os investidores podem continuar aproveitando do efeito “bola de neve” dos juros compostos. Ou seja, não é apenas o capital inicial que rende. Os rendimentos acumulados também geram novos rendimentos. E estes, por sua vez, geram outros.

Assim, quanto mais tempo o seu dinheiro passa investido, maior será o seu rendimento. E o contrário, também é verdadeiro. “Deixar recursos parados por longos períodos pode parecer pouco relevante no curto prazo, mas cobra seu preço quando pensamos em horizontes de dez, vinte ou trinta anos”, afirmam no relatório.

Por isso, o quanto antes o investidor escolher um novo ativo para aplicar os recursos, mais chances de multiplicar o capital. Nesse sentido, a Empiricus Research elaborou um relatório com alternativas para investir os recursos do Tesouro IPCA+ 2026, entre diferentes classes de ativos e perfis de risco.

No material, os analistas da casa apresentam algumas recomendações passam por diferentes classes de ativos e perfis de risco dos investidores.

Entre as recomendações está um fundo de infraestrutura, para aqueles que priorizam maior previsibilidade de renda e menor exposição as oscilações dos juros. O ativo tem retorno hedgeado para o CDI, e busca acompanhar de perto o retorno desse índice.

Também chamados de FI-Infra, esses fundos investem em debêntures ligadas à projetos de infraestrutura. Consequentemente, eles são isentos de Imposto de Renda para o investidor pessoa física.

Mas essa não é a única recomendação da Empiricus…

Relatório da Empiricus conta com +4 recomendações; saiba como acessar

O fundo de infraestrutura é apenas uma das recomendações dos analistas da Empiricus para reinvestir os recursos do Tesouro IPCA+ 2026.

No relatório, você conta com mais quatro recomendações:

  • Um fundo imobiliário com dividend yield de 13,41% nos últimos 12 meses;
  • Uma debênture que oferece pagamentos de juros semestrais e, taxa indicativa era de IPCA+ 8% ao ano (em 17/08/26);
  • Uma ação brasileira e um BDR de destaque no mercado.

Para acessar, é só clicar no botão abaixo e fazer um cadastro rápido:

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Jornalista em formação pela Universidade de São Paulo (USP). Escreve sobre mercado financeiro para os portais Empiricus, Money Times e Seu Dinheiro.