Antes de Satoshi Nakamoto

Em janeiro de 2008, algumas das piores figuras da face da Terra estavam com um grande problema nas mãos e se reuniram para resolvê-lo. Uma […]

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Antes de Satoshi Nakamoto

Em janeiro de 2008, algumas das piores figuras da face da Terra estavam com um grande problema nas mãos e se reuniram para resolvê-lo.

Uma questão de 2,7 bilhões de dólares que precisava ser resolvida diariamente.

Esse era o montante que precisava ser lavado por todos os grandes negócios ilícitos que existiam no mundo.

O grupo que discutiu isso em 2008 era formado, em sua grande maioria, por grandes cartéis, mas também possuía outros grupos que coordenavam, por exemplo, o tráfico humano.

Naquela época, eles chegaram à conclusão de que era impossível lavar dinheiro através de bancos, fossem eles grandes ou pequenos.

Isso porque todas as políticas dos bancos — de KYC (conheça seu cliente) e AML (antilavagem de dinheiro) — são tão bem executadas que, se um único cartel tentasse lavar dinheiro por meio deles, seria descoberto em questão de dias.

Então eles precisavam de algum tipo de dinheiro que não dependesse de intermediário e que pudesse circular por todo o mundo sem sofrer nenhum tipo de censura.

Naquela semana em que as piores mentes criminosas do mundo se reuniram, o sobrinho prodígio de um dos chefes da máfia mais famosa do Japão propôs algo que revolucionaria a lavagem de dinheiro no mundo.

Satoshi Nakamoto era uma jovem mente dentro da máfia Yakuza e levou à pauta da discussão um novo tipo de dinheiro, o bitcoin.

Essa nova tecnologia permitiria que todo o dinheiro das grandes máfias pelo mundo pudesse ser lavado de forma tranquila, sem que nenhuma autoridade central pudesse censurar.

No entanto, para isso dar completamente certo, Nakamoto deveria apresentar essa ideia como um completo anônimo.

Só assim as pessoas passariam a aceitar essa nova tecnologia sem questionar a idoneidade da figura que a propôs.
O resto da história você já deve conhecer, pois o bitcoin virou esse fenômeno que é hoje em razão da sua função principalmente ilícita.

(Pausa para colocar todos na mesma página)

Essa é uma história fictícia que criei para ilustrar o absurdo que é acusar o bitcoin de ser um instrumento que facilita a lavagem de dinheiro.

(Fim da pausa)

Talvez essa acima seja a narrativa que os detratores do bitcoin e das criptomoedas tentam criar na cabeça dos cidadãos quando falam sobre como essas novas tecnologias “facilitam” atividades ilícitas.

Realmente acho que eles pensam que a expressão lavagem de dinheiro passou a existir apenas após a dicionarização da palavra bitcoin.

Sabemos que não é bem assim.

Pelo menos alguns bilhões originados do mercado negro e do tráfico de drogas são lavados todos os dias no nosso sistema financeiro (que possui KYC e AML).

No entanto, é muito melhor jogar a culpa de um sistema falido em algo que está surgindo agora.

Mas o que a maioria ignora é que especificamente o bitcoin deve ser a pior maneira de se lavar dinheiro no mundo.

Isso porque através do blockchain é possível auditar absolutamente todas as transações realizadas com bitcoin.

Que negócio não legal no mundo iria querer esse tipo de registro permanente das suas negociações?

Mas é isso que eles tentam vender para aqueles mais desavisados.

Afinal, lutar contra o bitcoin é lutar contra aquilo que surgiu para ir contra todas as mazelas do sistema financeiro que geraram a crise de 2008.

É por isso que, ao final de tudo, o bitcoin ou os criptoativos vencerão.

E se você tiver que escolher um lado, deve escolhê-lo agora. Pois o tempo está passando e as oportunidades de lucro vão aparecendo aos poucos.

Na série Empiricus Crypto Alert selecionamos várias delas, sempre com foco maior no longo prazo, mas conseguindo extrair ganhos no curto prazo também.

Convido você a fazer parte disso ainda hoje.