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“Os mercados têm sofrido em um contexto global desafiador e inédito. E ninguém pode se iludir, pois esse movimento não cessará tão cedo […]”.

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Data de publicação
22 de maio de 2022
Parceria, investidores, investimento, masterplan

Os mercados têm sofrido em um contexto global desafiador e inédito. E ninguém pode se iludir, pois esse movimento não cessará tão cedo. 

Estão em jogo questões que não se resolvem da noite para o dia. As peças que estão no tabuleiro são a alta da taxa de juros nos Estados Unidos, o início do ciclo de aperto monetário em outros países desenvolvidos, as incertezas na China em relação ao controle da Covid-19 e a guerra entre Rússia e Ucrânia. 

No mundo, vigora a preocupação com inflação persistente combinada com a desaceleração da economia. 

É uma tempestade perfeita, que exige monitoramento diário dos seus desdobramentos e boas ideias para enfrentá-la.

Aqui na Empiricus estamos fazendo a nossa parte para ajudar os investidores em uma travessia mais suave possível por esse período desafiador, visando retornos consistentes adiante.

É preciso ter uma carteira diversificada entre as várias classes de ativos, contar com algumas proteções, além de manter uma quantia em caixa para aproveitar as oportunidades, afinal, uma crise também pode ser ponto de entrada em ativos de qualidade extremamente descontados. 

Entre as nossas várias iniciativas, lançamos o Masterplan 5.0, um podcast exclusivo e gratuito para os assinantes das nossas séries premium. 

Nele, eu e o Felipe atualizamos o cenário, comentamos dados macroeconômicos e discutimos alternativas de investimentos.

Nos primeiros encontros na última semana, conversamos sobre inúmeros assuntos. 

O ambiente de juros elevados gera efeitos negativos mais intensos sobre as empresas de tecnologia e cases de crescimento. Já as companhias da velha economia surfam melhor. 

Não é à toa que as bolsas americanas recuam tanto no ano, entre os vários motivos, o grande peso das techs. Logicamente, a nossa bolsa também é afetada, contudo está concentrada em produtoras de commodities e bancos tradicionais. 

Uma das ideias que apresentei foi uma operação long & short, com Itaú na ponta comprada, pois vejo potencial de valorização, e XP na ponta vendida porque a ação tende a cair ainda mais. 

O Itaú se tornou um banco mais competitivo, mudou bastante nos últimos três anos. Os seus resultados têm avançado de forma consistente e o seu indicador preço/lucro é de apenas 8 vezes. 

Por outro lado, XP vem apresentando desempenho abaixo das expectativas, mas seu múltiplo é quase o dobro, 15 vezes, portanto, as ações estão muito caras em relação a seus fundamentos. 

Então, para mim, esse não é apenas um trade de curto prazo em função da conjuntura, é estrutural. Em breve, irei publicar um relatório com todos os detalhes. 

Em um dos podcasts, Felipe comentou sobre outra estratégia: um short em S&P 500, que pode ser feito por meio do ETF IVVB11.

Na visão dele, uma pequena posição vendida nesse índice da bolsa americana pode funcionar como um hedge para quem tem uma carteira em ativos de risco brasileiros. 

Hoje, o S&P está transitando em torno de 3.900 e ele considera o alvo de 3.600, com a possibilidade de recuar ainda mais. E o Felipe, assim como eu, acreditamos na dinâmica de outperformance relativa da bolsa brasileira sobre a americana. 

Mas não foi só isso. No Masterplan 5.0, nós revelamos ações, fundos imobiliários e títulos de renda fixa que consideramos promissores, falamos também sobre a aprovação do processo de privatização da Eletrobras pelo TCU e suas implicações e, ainda, discutimos vários resultados corporativos do 1T22 como Petrobras, Cosan, Nubank e Eneva. 

Se você ainda não é assinante de alguma das nossas séries premium, deixo aqui uma proposta para você conhecê-las por sete dias gratuitamente. Assim, você pode acompanhar também o Masterplan 5.0, tanto os novos episódios quanto os da semana passada que ficaram gravados.

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Um abraço,