Imagem criada com auxílio de inteligência artificial e edição da equipe Empiricus.
Mudanças na carteira! A nova escalada no Estreito de Ormuz reacendeu a volatilidade do petróleo e o receio de inflação, mas os mercados ainda tratam o episódio como um risco administrável, não como uma ruptura equivalente ao choque do início do ano. A ata do FOMC confirmou que a inflação voltou ao centro da função de reação do Fed, enquanto a agenda desta semana deve definir se o cenário de pausa prolongada continua suficiente ou se o mercado precisará reabrir a discussão sobre juros.
Para as ações, a leitura permanece construtiva, porém mais seletiva: lucros, margens e retorno sobre o capital investido em IA passam a importar mais do que a narrativa isolada.
Também comentamos sobre: Microsoft, Apple, Amazon, Novo Nordisk e Alphabet, além da tese de Bank of America. Boa leitura!
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