Hoje, às 20h, vamos explicar que trimestres não acabam

Se você é ou já foi responsável por uma linha de negócio (como empresário ou como colaborador), sabe que projeções trimestrais não fazem sentido algum.

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Hoje, às 20h, vamos explicar que trimestres não acabam

As ações da Netflix derreteram -14% no after de ontem.


Para um mercado maduro como o americano, é um percentual e tanto (mesmo no nosso mercado imaturo, seria impressionante).

O que aconteceu?

A empresa anunciou um acréscimo de “apenas” 5,2 milhões de assinantes no segundo trimestre, abaixo dos 6,2 milhões sinalizados previamente a Wall Street.

Por conta disso, você encontra agora uma centena de analistas e gestores chamando a Netflix de bolha.

“It’s the Netflix Bubble, just as I said!” De repente, todo mundo já sabia…

Fatos como esse levaram Warren Buffett e Jamie Dimon a publicar recentemente uma carta ao mercado, sugerindo que as empresas listadas parem de anunciar guidances trimestrais de lucro por ação.

Essa é uma bandeira que também carregamos aqui na Empiricus.

Se você é ou já foi responsável por uma linha de negócio (como empresário ou como colaborador), sabe que projeções trimestrais não fazem sentido algum. As anuais já representam, por si só, um enorme desafio.

O único efeito prático de se trabalhar com projeções para três meses é enviesar o foco para resultados de curtíssimo prazo, em detrimento de estratégias que resultem em crescimento e margem ao longo de décadas.

Trimestres são reféns de flutuações nos preços de commodities, greves de caminhoneiros, surpresas climáticas ou Joesley Days.

Décadas dependem de capex, reputação, inovações tecnológicas, recrutamento de alto nível e pesquisa & desenvolvimento.

Moramos num mundo mais ou menos livre e democrático. Você escolhe em qual tipo de janela temporal prefere investir.

Para ajudar nessa escolha, agendamos para as 20h desta terça-feira um webinar especial com o caçador Max Bohm. Ele é a mente por trás do novo curso de ações que estamos lançando: Microcap Hunter.

Max mapeou aquela que considera ser a Próxima Supervalorização do Mercado.

Ela não vem da noite para o dia, nem vai se liquidar em um horizonte de três meses.

Essa onda de valorização que se aproxima de nossos corpos à deriva vem se formando há vários anos.

Agora, precisamos ser ágeis para nadar e pegá-la em cheio, ou sentiremo-nos ingênuos a ponto de deixá-la passar.

Não tenho muito contra a ingenuidade, que é até um dos defeitos mais puros. Mas prefiro ficar rico.

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