Tesouro Direto de A a Z (atualização diária)

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Tesouro Direto de A a Z (atualização diária)

Sabia que você pode receber um 14º, 15º, 16º, 17º e até um 18º salário anualmente graças ao Tesouro Direto ?

Este é o assunto do momento.

E não é sem motivo. Título público é altamente rentável, seguro, versátil e simples de aplicar.

Esse investimento pode mudar sua vida se souber escolher os títulos e o momento certo para aplicação.

Com certeza você trabalha muito e provavelmente tenta crescer na sua carreira. Mesmo assim não consegue realizar todos os seus sonhos e desejos.

Para chegar lá, você precisa de um rendimento que fará a diferença em sua vida.

O Tesouro Direto é esse investimento. Ele pode trazer 49% de rendimento, o equivalente a mais de cinco salários por ano!

Você e sua família merecem realizar todos os seus objetivos.

É como receber um aumento anual de 49% livre de contribuição sindical e FGTS.

Faça as contas: se o seu salário no contracheque é de R$ 5.000, significa que você receberá R$ 29,4 mil a mais por ano.

Nada mal, não é mesmo?

Com esse dinheiro, você poderia tirar férias em alguma praia do Nordeste, tomar um ‘banho de loja’ ou então trocar de carro por um modelo mais novo e confortável.

Centenas de milhares de brasileiros já conseguiram esse bônus anual de salário e eles não precisaram trabalhar nem uma hora a mais por isso.

Com apenas R$ 30 e 15 minutos você pode dar o primeiro passo.

Prepare-se para entender como aplicar, quais são os custos, vantagens do Tesouro e como ele pode trazer essa grande rentabilidade.

Boa leitura!

 

O que é Tesouro Direto e como funciona

Por esse meio, você investe na aplicação mais segura do mercado.
 

É um programa do Tesouro Nacional em parceria com a B3 (antiga BM&FBOVESPA) que popularizou o acesso aos títulos da dívida pública federal.

Antes, apenas gestoras de capital tinham acesso aos títulos do Tesouro. Com o início dessa plataforma, qualquer pessoa com CPF válido e internet pode aplicar diretamente.

Você não precisa pagar nenhum gestor para fazer isso.

Por incrível que pareça, algumas pessoas ainda aplicam em fundos de investimentos de grandes bancos que só compram títulos públicos e cobram taxas abusivas por isso.

Eu já vi muitas pessoas deixarem de ganhar dinheiro porque preferiram deixar suas economias na poupança e em produtos financeiros de baixíssima qualidade por falta de informação.

Hoje, você pode começar a investir no Tesouro Direto sozinho, apenas seguindo o passo a passo que mostrarei em breve.

Você pode falar:

“Certo, mas por que o governo precisa do meu dinheiro? E como funcionam esses tais títulos públicos federais?”

Essa é uma ótima pergunta.

O poder público, assim como qualquer outra instituição ou empresa, precisa captar dinheiro para financiar os seus projetos.

Para isso, o Tesouro Nacional faz a mesma coisa que as empresas e bancos: emite títulos de dívida.

No caso dos bancos, esses títulos são conhecidos como CDBs (Certificado de Depósito Bancário) e, nas empresas, são chamados de debêntures.

Se hoje você fizer a coisa certa e aplicar nos títulos públicos, automaticamente se tornará um credor do governo e poderá falar que emprestou dinheiro para o Tesouro Nacional.

A relação é similar à de pessoas que tomam dinheiro emprestado do banco. Após um período combinado, é preciso devolver o montante corrigido por uma taxa de juros.

O Tesouro Nacional também pagará uma taxa de juros pelo seu dinheiro. Ela vai variar de acordo com o título escolhido e o período combinado.

É simples assim.

 

Benefícios e características

Saiba por que o Tesouro é o queridinho da renda fixa.
“Ok, eu entendi o que é o Tesouro Direto. Mas por que ele é melhor do que outros títulos de renda fixa?”

 Você sabe o que é uma situação ‘ganha-ganha’ (do inglês, ‘win-win situation’)?

É quando as duas partes ganham. Você ganha um bom rendimento, e o governo capta o recurso de que precisa.

Os títulos públicos são o tipo de investimento com muitos pontos positivos. Veja por que a seguir:

 

#1 Porque é seguro

Acredite, esse é o investimento mais seguro e garantido do mercado financeiro. Mais do que todos os CDBs que possuem a ‘garantia’ do FGC.

Antes do governo quebrar, todo o sistema financeiro deve falir. E isso nunca aconteceu antes.

Além disso, o governo possui uma série de instrumentos para evitar o calote. Ele pode emitir dinheiro, aumentar impostos e ainda tomar empréstimos de entidades internacionais (o Fundo Monetário Internacional – FMI, por exemplo).

 

#2 Porque é simples

R$ 30.

CPF válido.

Acesso à internet.

Documento com foto.

15 minutos.

Provavelmente você tenha tudo isso e, assim, já pode começar a aproveitar todos os benefícios deste tipo de investimento.

O processo é feito 100% online e é por isso que o Tesouro Direto se popularizou tanto.

Hoje, existem mais de 500 mil pessoas investindo no Tesouro.

Os títulos públicos são perfeitos como porta de entrada no mundo dos investimentos. E você está a poucos passos de entrar para o clube de investidores.

 

#3 Porque é versátil

Existem três tipos de títulos.

Cada um possui suas características próprias. A vantagem em comum é que todos podem ser simples e lucrativos, dentro das suas particularidades.

Você deve entender cada um dos tipos de títulos públicos. Somente assim poderá escolher o melhor para o atual momento econômico e combiná-los na carteira para aumentar ainda mais seus rendimentos.

 

#4 Porque é flexível

Você sabe o que é liquidez? Em um investimento, trata-se da capacidade do dinheiro aplicado se transformar em dinheiro na sua mão.

Isso é muito importante no caso de você precisar do dinheiro no curto prazo.

Os títulos federais possuem liquidez diária. Significa que depois de dar a ordem de resgate, o dinheiro leva apenas 24 horas para cair na sua conta pessoal.

O saque do investimento ocorre sem nenhuma multa. Você recebe a sua rentabilidade e capital aplicado, descontado apenas do Imposto de Renda.

Muitas pessoas se enganam com a poupança. Ela também possui liquidez diária, mas o seu rendimento não é diário.

A poupança rende apenas uma vez por mês, no aniversário da caderneta. Então, se o aniversário é dia 10 e você resgatou no dia 9, você perderá a rentabilidade do mês.

Nos títulos públicos, o rendimento e a liquidez são diários.

 

#5 Porque é rentável

Se você já conhece investimentos de renda fixa, pode achar estranho esse rendimento de mais de 40% no ano. Afinal, como pode o Tesouro render mais que a renda variável?

Há títulos do Tesouro que podem dar lucro de duas formas diferentes:

–           com a sua taxa de juros mensalmente;

–           e com a valorização do preço do título, ou marcação a mercado.

Para concretizar o lucro da valorização, você precisa vender o seu ativo no momento da alta. Se não o fizer e carregar até o vencimento, vai receber exatamente a taxa contratada.

Nas próximas linhas você verá situações extraordinárias do títulos públicos.

 

Tipos de títulos do Tesouro e suas rentabilidades

Saiba tudo sobre os tipos de Tesouro e seus comportamentos.
 

São três tipos de títulos:

  1. Pós-fixados: independentemente da variação da taxa Selic ou da variação da taxa de mercado, você sempre vai ganhar dinheiro com eles;
  2. Indexados à inflação: combinam a variação da inflação mais uma taxa real prefixada;
  3. Prefixados: possuem um valor predeterminado e você sabe exatamente quanto vai receber no vencimento do título.

Cada um deles tem suas vantagens e seus riscos, tornando-se mais ou menos atrativos em função dos desdobramentos da economia.

Veja os detalhes de cada título a seguir:

 

Títulos Pós-fixados 

Tesouro Selic (LFT)

Essa é a opção mais recomendada para quem quer sair da poupança e precisa reservar um pouco de dinheiro para emergências.

O Tesouro Selic é ágil, possuindo liquidez e rendimento diários. Precisou? Está na mão.

Rendimento: segue a taxa Selic, equivalente a 100% do CDI

Objetivo: curto prazo

Valor mínimo: R$ 90,03

Risco: nenhum

 

Títulos Indexados 

Tesouro IPCA+ (NTNB Principal)

Também possui liquidez e rentabilidade diárias, mas o ideal é que você invista um dinheiro que não vai precisar imediatamente, assim também poderá se beneficiar das oscilações positivas da marcação a mercado.

Rendimento: segue a inflação (IPCA) mais uma taxa fixa

Objetivo: médio a longo prazo (médio se vender antes do vencimento ou longo se manter)

Valor mínimo: de R$ 36,94 a R$ 42,99

Tesouro IPCA+ com juros semestrais (NTNB)

Esse título é idêntico ao anterior, a única diferença é que ele paga um cupom de juros a cada 6 meses.

É uma forma de conseguir complementar a renda até a data do vencimento.

No entanto, o mais indicado é escolher títulos sem juros semestrais.

Pois assim você poderá contar com o poder dos juros compostos (juros sobre juros) ao longo do tempo.

Na data de vencimento, o investidor recebe o valor do último cupom de juros mais a diferença entre o valor pago pelo título e o valor atual de mercado.

Rendimento: segue a inflação (IPCA) mais uma taxa fixa

Objetivo: médio a longo prazo

Valor mínimo: de R$ 33,07 a R$ 35,04

 

Títulos Prefixados 

Tesouro Prefixado (LTN)

No momento da emissão é definido exatamente o valor que o título terá no momento do vencimento. Mas este título sofre marcação a mercado, então, até o final do prazo, ele pode sofrer oscilações e apresentar uma boa oportunidade para venda.

Rendimento: rentabilidade fixa se levado ao vencimento

Objetivo: médio a longo prazo

Valor mínimo: de R$ 30,47 a R$ 32,87 

Tesouro Prefixado com juros semestrais (NTN-F)

O Tesouro NTN-F pode ser uma opção para obter uma renda extra previsível a cada 6 meses.

Rendimento: segue uma taxa fixa

Objetivo: médio a longo prazo

Valor mínimo: R$ 30,84

Risco: nenhum, se o ativo não valorizar, na pior das hipóteses, você terá um investimento com rentabilidade acima da inflação em mãos 

Apesar de serem títulos de longo prazo, se você precisar ou surgir uma boa oportunidade, pode vendê-los antes do vencimento. 

O Tesouro Nacional sempre recompra os títulos se você quiser vendê-los, recebendo o capital e a rentabilidade, descontados do Imposto de Renda.

Título
Vencimento
Taxa de Rendimento (% a.a.)
Valor Mínimo
Preço Unitário
Indexados ao IPCA
Tesouro IPCA+ 2024 (NTNB Princ)15/08/20245,21R$43,28R$2.164,35
Tesouro IPCA+ 2035 (NTNB Princ)15/05/20355,47R$36,10R$1.203,64
Tesouro IPCA+ 2045 (NTNB Princ)15/05/20455,47R$35,38R$707,70
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2026 (NTNB)15/08/20265,16R$32,66R$3.266,95
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2035 (NTNB)15/05/20355,36R$32,67R$3.267,63
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2050 (NTNB)15/08/20505,43R$33,58R$3.358,67
Prefixados
Tesouro Prefixado 2020 (LTN)01/01/20208,26R$34,03R$850,81
Tesouro Prefixado 2023 (LTN)01/01/202310,13R$30,79R$615,84
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2027 (NTNF)01/01/202710,25R$30,98R$1.032,82
Indexados à Taxa Selic
Tesouro Selic 2023 (LFT)01/03/20230,00R$92,61R$9.261,39
Última atualização em: 14/12/2017 às 10:00. Fonte: Tesouro Direto

 

Histórico de rendimento

Saiba por que os títulos podem render mais do que ouro, dólar ou ações.
 

Você sabia que os títulos do Tesouro Direto foram uns dos investimentos mais lucrativos dos últimos 10 anos?

O histórico de rendimento prova que você pode ter cinco salários a mais por ano.

No período de janeiro de 2007 a dezembro de 2016, as aplicações do Tesouro IPCA+ (NTN-B principal) tiveram uma rentabilidade de +417,60%.

Nos últimos 10 anos, os títulos públicos renderam mais do que outras opções da renda fixa e o ouro, juntos.

Se ainda existisse o ‘Show do Milhão’, o Silvio Santos poderia premiar as pessoas com títulos públicos que valorizam mais do que ouro.

Veja o histórico abaixo:

 

Rentabilidade Nominal
Título Público (Tesouro IPCA+)417,60%
Renda Fixa182,57%
Ouro173,20%
CDB163,20%
Poupança102,25%
Imóveis100,03%
Dólar53,28%
Bolsa35,43%
Inflação83,13%

 

A rentabilidade média por ano foi de 41,76%.

Digamos que você tenha o equivalente a um ano de trabalho na poupança: R$ 60 mil.

Se esse dinheiro estivesse aplicado em Tesouro IPCA+ nos últimos 10 anos, você teria o equivalente a cinco salários a mais por ano, ou 50 salários somando o período inteiro.

Todo mês de dezembro viria com um rendimento de R$ 25.056, na média.

Agora pense que, apenas em 2016, o Tesouro IPCA+ rendeu 53% e superou muitas ações da Bolsa.

Entretanto, é importante ressaltar que rentabilidade passada, não significa rentabilidade futura.

 

Mas então como, historicamente, o Tesouro IPCA+ é tão lucrativo? Ele sempre valoriza?

Veja os títulos que mais renderam em 2016:

 

 

Perceba que nem todos os títulos públicos tiveram o mesmo rendimento. É preciso saber escolher o investimento certo, no momento certo.

O Tesouro IPCA+, que é um tipo de título indexado, rende a partir do índice de inflação e de uma taxa fixa, mas também pode se valorizar com a variação da taxa Selic e a marcação a mercado.

A combinação desses dois fatores é que pode fazer com que os títulos tenham um rendimento tão alto.

 

Simulador do Tesouro Direto

Veja como funciona na prática a valorização dos títulos.

Lembra que em 2016 apenas um título público trouxe uma rentabilidade de 53%?

Veja abaixo um cenário em que uma pessoa que ganha R$ 3.000 por mês aplicou um ano de salário no Tesouro IPCA+, isso no início de 2017.

 

 

O ano começou com a Selic em 13,27%, e a projeção é que ela chegue a 8,25% (ou menos) até dezembro, segundo o Boletim Focus.

A taxa na compra foi de 5,80%. Hoje, a taxa na venda já está em 3,52%. 

A maior parte do movimento de valorização já aconteceu.

Perceba como novamente o Tesouro registra uma rentabilidade de 50,40%. Isso não é passado. Está acontecendo neste exato momento.

E pelo segundo ano consecutivo você ficou de fora e não terá cinco salários a mais na virada do ano.

Você também pode fazer a sua simulação do Tesouro Direto utilizando o simulador do Tesouro Nacional.

 

Como investir passo a passo

Gostou do que ouviu até agora? Está na hora de colocar em prática!
 

Investir é bem fácil. Confira abaixo os cinco passos:

 

#1 – Pré-requisitos

O primeiro passo é ter CPF válido e dinheiro disponível para investir.

 

#2 – Escolha um intermediador

Você precisa escolher uma instituição financeira para intermediar suas transações.

Existem 70 bancos e corretoras que podem realizar o seu cadastro junto à B3 e intermediar a transferência dos recursos financeiros e títulos.

Pode ser que você encontre alguma dificuldade para operar título público pelo banco no qual você tem conta corrente.

Isso porque o Tesouro não traz nenhum retorno para o banco. Depois, uma desvantagem adicional para você é que grandes bancos costumam cobrar uma taxa de administração mais alta para o investimento.

Por isso, recomendamos que escolha uma corretora independente que tenha taxa zero e possua um sistema integrado ao do Tesouro Direto.

Assim, tudo fica mais simples. As compras e vendas dos títulos podem ser feitas diretamente no site da corretora.

Para escolher sua corretora, leve em consideração o atendimento ao cliente, taxas cobradas e interfaces digitais. No site da Empiricus, você encontra um relatório especial com mais informações sobre corretoras independentes.

 

#3 – Solicite o seu cadastramento

Entre em contato com a corretora escolhida e solicite o seu cadastramento para a compra de títulos públicos. Isso pode ser feito pela internet.

Você deverá fornecer a documentação necessária (normalmente o CPF basta) para que essa instituição abra uma conta em seu nome.

Você terá, assim, uma conta de custódia na Bolsa, em seu nome.

É nela que ficam guardados seus títulos públicos, registrados também sob sua titularidade, o que lhe permite mudar de corretora se desejar.

 

#4 – Troque sua senha

Utilize a senha provisória que será enviada pela B3 para o primeiro acesso à área restrita do Tesouro, na qual são realizadas operações de compra e venda de títulos públicos.

Troque a senha provisória por uma nova que deverá conter entre oito e 16 dígitos, composta por letras, números e caracteres especiais.

 

#5 – Escolha um meio para investir

Você tem três opções para investir:

  1. Diretamente pelo site do Tesouro;
  2. Por meio do site de sua instituição financeira, se ela for um agente integrado;
  3. Autorizando a instituição a negociar os títulos em seu nome, se ela oferecer essa possibilidade.

Você escolhe a forma de comprar que preferir. Normalmente, operar pelo site da instituição é tão rápido e prático quanto as outras alternativas.

 

#6 – Investindo

Para investir por meio de uma corretora independente, você precisará fazer uma TED (ou DOC) para transferir os recursos destinados à aplicação.

Feita a transferência, é preciso entrar no site da corretora, fazer seu login e buscar a opção de compra do título que deseja adquirir.

 

Tributos e Taxas

 

Todo investimento tem os seus custos. No entanto, algumas corretoras podem ‘salgar’ os investimentos, levando uma parte considerável da rentabilidade dos títulos.

Assim, recomendamos que opte por corretoras independentes que cobram taxa zero para investimentos.

Você pode conferir as taxas cobradas pelas corretoras credenciadas no site do Tesouro Nacional.

 

Taxas Cobradas Pela B3 (BM&FBOVESPA)

Cobrada pela B3, por meio da antiga Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), essa é a taxa de custódia.

Trata-se de uma alíquota relativamente baixa, de 0,3% ao ano, sobre o total investido. É impossível deixar de pagar a taxa de custódia.

O pagamento ocorre proporcionalmente ao tempo que o dinheiro ficou investido e uma vez no semestre. A não ser no vencimento ou resgate antecipado.

Ela é cobrada proporcionalmente ao tempo que você ficou investido e é paga uma vez por semestre.

 

Taxas Cobradas Pela Instituição Financeira

Elas são cobradas anualmente ou no ato da compra e servem para remunerar as corretoras ou bancos de investimentos pela intermediação e possíveis custos na relação com a B3.

O valor começa em 0%, e já que muitas corretoras não cobram a taxa, você deve optar por uma delas. Algumas casas chegam a cobrar até 2% de taxa — evite-as.

Se você pretende construir um patrimônio ao longo dos anos, cada ponto percentual importa em um cálculo de juros compostos.

 

Tributação

Existem dois impostos sobre o Tesouro. Ambos são regressivos e incidem apenas sobre a rentabilidade.

Um detalhe importante: é possível evitar a incidência de um deles.

Eles são o IOF (Impostos sobre Operação Financeira) e o Imposto de Renda. Como você deve imaginar, o IR é inevitável.

Agora, para evitar o IOF, basta você não resgatar o valor aplicado em menos de 30 dias. Simples assim.

Como dito, o IOF é regressivo, começando em 96% da rentabilidade no primeiro dia de aplicação até 0% no trigésimo dia.

 

Nº DiasAlíquotaNº DiasAlíquotaNº DiasAlíquota
196%1163%2130%
293%1260%2226%
390%1356%2323%
486%1453%2420%
583%1550%2516%
680%1646%2613%
776%1743%2710%
873%1840%286%
970%1936%29 3%
1066%2033%300%

 

O Imposto de Renda segue a mesma tabela regressiva para a maioria dos investimentos de renda fixa. Veja a seguir:

 

AlíquotaTempo de aplicação
22,5%Até 180 dias
20%De 181 a 360 dias
17,5%De 361 a 720 dias
15%Acima de 721 dias

 

Todos esses custos precisam ser contabilizados para saber qual será a sua rentabilidade real, descontados tributos e taxas.

 

Resumo: Tesouro Direto é para você?

O Tesouro serve para praticamente todos os investidores.
 

Você pode estar perdendo uma grande oportunidade de ganhar dinheiro com os Títulos.

Independentemente do seu perfil de investidor, você pode e deve aplicar em títulos públicos para ter parte da sua carteira em segurança e aproveitar as grandes valorizações do Tesouro.

Lembre-se da nossa simulação, ao utilizar uma gestão ativa do Tesouro, você pode chegar a ter CINCO salários a mais por ano!

Se você ganha, R$ 5.000, muito bem, poderá ter R$ 25 mil a mais para passar as férias onde quiser.

Caso sua renda ainda seja de R$ 1.000, não tem problema. Acredito que sua vida também será melhor com R$ 5.000 a mais. 

Imagine como seria o seu Réveillon com essa bolada a mais no bolso. Com certeza você entraria em 2018 muito mais tranquilo.

Poderia realizar alguns sonhos e ainda viver um momento mais calmo com a sua família.

O título público é o caminho para você investir com a segurança da renda fixa, mas com o olho no lucro da renda variável. 

Apenas com conhecimento e a orientação correta você conseguirá obter esse rendimento médio histórico do Tesouro.

Eu estou aqui para ajudar você. 

Caso não me conheça, eu sou a Marília Fontes. Sou a maior especialista da Empiricus quando o assunto é Tesouro Direto e renda fixa.

Sou formada em Economia pelo Insper e trabalhei durante sete anos como gestora de renda fixa em fundos locais e internacionais.

Hoje, eu sou conhecida como a Dama de Ferro e dou orientações para milhares de investidores que assinam os relatórios Tesouro Empiricus e Empiricus Renda Fixa.

O meu objetivo é fazer com que as pessoas obtenham ótimos rendimentos, sem sujeitá-las a riscos desnecessários.

No ano passado, quem seguiu minhas orientações lucrou pelo menos 49% com títulos públicos.

E aí, vai ficar de fora?

Quer começar a entender melhor todo o universo da renda fixa? Então, acompanhe a minha newsletter, A Dama de Ferro. Todos os domingos abordo um tema diferente que tem impacto direto em seus investimentos.

Quer saber ainda mais sobre esse assunto? Acesse nosso canal Tesouro Direto

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