Como investir na Bolsa

Um guia definitivo para você se tornar um investidor de ações.

Como investir na Bolsa

Um guia definitivo sobre como investir na bolsa.

Caro leitor,

Este é um guia prático para quem deseja conhecer os primeiros passos para se tornar um investidor. Se você chegou até aqui, imagino que tenha se familiarizado com o tema Bolsa de Valores em algum lugar. Se ainda não, preste atenção nas linhas abaixo. Separamos o que você precisa saber entre o pensar em investir em bolsa e o comprar ações, de fato.

Chama-se Bolsa de Valores o ambiente que serve para negociação de vários contratos financeiros, inclusive ações de empresas. No Brasil, a BM&FBovespa fica sediada em São Paulo, e opera por meio de um sistema totalmente eletrônico. Você manda a ordem via internet, ou o assessor da corretora faz isso para você. A informação chega à bolsa e, então, o negócio é realizado.

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Hoje, a Bovespa concentra toda a negociação de ações no Brasil. É uma empresa como qualquer outra, tem acionistas e precisa entregar lucro. Qual é a sua função social? Aos investidores que compram e vendem ações, serve para constituir patrimônio ao longo do tempo. Já as empresas colocam suas ações à disposição para receberem novos sócios e, consequentemente, levantar dinheiro para novos projetos. Com isso, a empresa toca investimentos, gerando empregos e girando a roda da economia.

 

QUANTO DINHEIRO PRECISO TER PARA INVESTIR EM AÇÕES?

Não existe valor mínimo para investir em ações, pois é possível comprar ações com valores bem baixos no mercado fracionário (com menos de R$ 30). Mas alguns aspectos atrapalham os pequenos investidores, como vou detalhar melhor nos comentários abaixo.

>> Confira também este vídeo exclusivo:

Dois critérios objetivos permitem que o investidor – por mais iniciante que seja – faça contas de próprio punho.

O primeiro critério diz respeito aos custos de transação e custódia (nós vamos detalhar todos esses custos mais abaixo, não se assuste, apenas tente entender por que recomendamos um determinado montante para investir em ações), que variam de corretora para corretora e podem comprometer substancialmente os retornos.

Supondo que sua corretora cobre R$ 10 por ordem de compra e outros R$ 10 por ordem de venda, são R$ 20 de custos para entrar e sair de uma ação.

Nesse contexto, não faz sentido aplicar algo como R$ 2 mil para deixar, de bandeja, 1% na mão da corretora.

Veja que esse 1% não invalida um investimento que pode vir a render 10% ou até 100% a longo prazo, mas é uma questão de razoabilidade quanto aos custos.

Se você pode aproveitar ganhos de escala, aproveite. Assim, caso comece com R$ 2.500, quando conseguir investir mais em ações terá o efeito da taxa de custódia diluído por um montante maior aplicado (Ex.: R$ 10 de taxa de custódia para um valor investido em ações de R$ 2.500 representa 0,4% ao mês; para R$ 10 mil representa apenas 0,1%).

O segundo critério remete ao lote padrão de negociação, composto por 100 ações. O lote padrão possui muito mais liquidez que o mercado fracionário (quantidades menores do que 100 ações), existe uma quantidade maior de compradores e vendedores, assim, a probabilidade de conseguir preços melhores negociando o lote padrão é maior. Graças aos custos de transação, e também à liquidez do mercado, convém comprar ações em lotes múltiplos de 100.

Empiricus defende a bandeira do aprender na prática a investir em ações. Começando justamente com pouca quantia, ciente de eventuais perdas, para experimentar o primeiro contato com o universo da renda variável. Nenhum livro-texto conseguirá transmitir a rotina das cotações e as reações perante o comportamento do mercado. E tudo isso é mais fácil do que parece.

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Bons investimentos!

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